<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698</id><updated>2012-01-26T19:17:39.920-08:00</updated><category term='conto'/><category term='vida'/><category term='filosofa'/><category term='insanos andantes'/><category term='reflexões'/><category term='sorria'/><category term='morina'/><category term='provocações'/><category term='filosoficas'/><category term='AUGUSTO SIMÕES'/><category term='alegria'/><category term='versos'/><category term='prosa'/><category term='palavras'/><title type='text'>I.A. (Insanos Andantes)</title><subtitle type='html'>...
Tentando salvar o mundo?</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>70</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2088824968277123513</id><published>2012-01-25T17:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T21:21:46.752-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='insanos andantes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prosa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='morina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='provocações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosoficas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AUGUSTO SIMÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Morina Filósofa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Atormentada e perdida, vivera uma história já findada em seu passado. Apesar de seus pesares, era a vida que conhecia. Pensava sempre se era a coisa certa a fazer, mas o que poderia entender como mais correto se nada experimentara há anos, se nada era além do que se tornara? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Deixou-se sucumbir em falsas esperanças e no cotidiano que cercara seus dias. Por mais que doesse, era rotineiro, comum, era uma vida que sabia viver. Nada era excitante, nada desafiava. Suas mãos acariciavam, seus lábios beijavam, seus calores eram saciados quase que de forma automática. Conhecia aquilo como paixão, via naquilo o amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando enfim tomada pelo limite, viu-se apta a agir, mesmo que completamente assustada, dando um fim ao que jazia há muito em sobras de lembranças e sentimentos tão vívidos outrora que não se justificavam findados por razão alguma. Tomou um impulso e, mesmo ainda dando-se ao papel de pedir aprovação, deixou a caverna e foi buscar o que havia além daquela luz que lhe machucava os olhos e lhe assustava tanto que jamais, após tantos anos, imaginara ver outra vez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Viu-se em meio aos sorrisos, às novidades, às possibilidades. Olhou cada pedaço e prometeu para si que não haveria de se encontrar em qualquer lugar obscuro tão cedo. Fez-se livre como poderia. Gritou para o buraco onde vivia “estou livre! Tão livre que até posso voltar aqui e sair outra vez!” Mostrou ao mundo como poderia viver sem deixar seu passado para trás. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Após meses de caminhada encontrou o que não buscava. A liberdade. Seu coração voltara a palpitar, seus sentimentos e emoções pareciam mais vivas que nunca, mas seu medo de ver-se presa ao que quer que fosse a afastava da liberdade. Morina tinha tanto medo de encontrar-se presa que fugiu da liberdade tão sedutora ao encontro do todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A caverna voltou a bater em suas veias. Em seus rugidos e sons guturais, lembrou do conforto, lembrou das tradições, dos momentos calmos, de toda história que havia sido construída ali dentro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Morina fora forte, a caverna deu-se e findou em sua vida até certo momento. Porém, desde a sua partida, havia um espaço vago ali. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mesmo depois de aprisionar e nem sequer reagir, a caverna ainda era um lugar que Morina podia dizer que conhecia. Esperava que ela pudesse ser mais aconchegante, mesmo se tratando de uma fortaleza de rocha e areia que apenas urrava por que havia mais um espaço vago naquela concha onde tudo ecoava. Mas em sua cabeça, seu papel era voltar para aquele lugar e abafar os urros enquanto sua vida passava além daquela luz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A liberdade, ainda assim, aparecia sedutora e mostrava mais e mais vida a cada vez que Morina tencionava voltar para a caverna e reencontrar sua “zona de conforto”. A liberdade a fazia se desafiar, viver. Mas comprometer-se com a liberdade, ao mesmo tempo que significava trair sua promessa de não se comprometer com nada, parecia aumentar os urros da caverna. Cada passo mais distante era uma balança entre o ser firme em deixar seu lugar seguro e seguir em frente, manter a promessa de não se comprometer e entregar-se por completo ao mundo desconhecido que a liberdade traria. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Seus pensamentos a afligiam de tal forma, que suas ações passaram a vir todas pelos sentimentos. Seu coração, sem cérebro, clamava por tanto e não conseguia levá-la a decisão alguma. Quando ouvia ou ruídos da caverna, logo postava-se a correr em sua direção. A cada vez que se afastava da liberdade, sentia um vazio, uma tristeza de voltar pra lá, que parava na boca buscando razões para voltar, buscando razões para partir, mas o coração já não pulsava por um lado apenas. A idéia de perder o conforto e a liberdade era atormentadora. A solidão, por mais que passasse por sua cabeça, não entrava em seu coração. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O passado na caverna não fora de um todo triste. Suas memórias anteriores a levavam a pensar se voltaria a se sentir tão bem quanto fora tempo atrás, mas a idéia de perder a liberdade voltava a sua cabeça como um furação e seu coração já doía de tanto que havia de trabalhar. Amava seu passado na caverna, as aprendia a amar cada vez mais sua liberdade no presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A caverna insistia que não poderia preencher aquele espaço, a liberdade gritava que a escolha era dela, mas que as conseqüências vinham com essas escolhas e, por mais que parecesse, todos os passos que ela escolhesse poderiam ser dados, em outro momento na direção contrária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Morina ouvia a liberdade como ouvia a caverna e ambas as vozes pareciam ecoar da mesma forma, mas, por mais que seu coração não decidisse, seu corpo, sempre que se afastava da liberdade, voltava a clamar por ela. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ao ver a tremenda aflição de Morina, a liberdade cuidou para que suas escolhas a levassem não mais para sua seu final, contudo para suas certezas. Levou-a a pensar mais e descansar seu coração, a ver além da caverna e da liberdade, mas qual era o sentido da caverna e qual o significado da liberdade. A liberdade abandonou Morina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A caverna, seu refugio, tornou-se o único lugar onde Morina, desprovida de sua então amada liberdade, poderia voltar. Contudo, mais uma vez, ao se deparar com a boca da caverna, não conseguiu seguir. Viu-se imóvel, procurou uma forma de viver ali sem pensar no que havia visto lá fora, sem pensar no que sofrera por tempos ali dentro, quando hesitou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A caverna que lhe dera tanto, oferecia mais espaço. Porém, depois de ver quanto poderia ter com a liberdade, mesmo tudo não parecia tanto. Suas idéias traiam suas vontades e Morina correu para fora da caverna, mais uma vez, e gritou, mais uma vez. Dessa vez pela liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fadigadas, a caverna e a liberdade, puseram-se a esperar a decisão final de Morina. Digna do que escolhesse, deu-se à libardade. Livre, viu-se como presa. Não mais à caverna, mas ao sentimento que alimentara por esta em outro tempo distante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Preocupada com Morina, a liberdade desceu até a caverna e tentou entender melhor se abandonar a menina seria o melhor a fazer. Posto que em suas dúvidas, livre ou presa, Morina, que viu-se tão contente algum dia na caverna e novamente tão contente ao lado da liberdade, não conseguia mais encontrar a felicidade que era quem buscara por tanto tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na caverna, viu-se em um lugar frio, triste, não saberia dizer se fora a ausência de tão querida menina que a deixara assim, mas arriscou o diálogo como forma de encontrar uma forma de ajudar Morina a encontrar a tão buscada felicidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Boa noite, posto que não há dia por aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Quem está aí – respondeu a caverna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- A liberdade. Temo que não seja bem vinda, posto que conquistei o apresso de alguém que consideras tão valiosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Não tenho raiva de você. Apenas não sei bem o que dizer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Confesso que jamais soube o que era estar tão preso, mas faço por um bem maior, pela felicidade de alguém que dizemos amar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Nobre de sua parte, contudo ainda não sei o que posso dizer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Confesso que tenho uma pergunta que pode lhe ajudar. Mesmo sabendo que, no primeiro momento, não deste importância para a partida de Morina, o que a fez clamar por sua volta justamente no momento em que soube que ela tinha encontrado felicidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Minhas atitudes não têm explicação. Percebi meu erro e a amo. Seu espaço está vago, mas tornei-me apenas uma caverna vazia após sua partida. Antes, contava com o encanto dos seus sorrisos, das suas palavras, porém, de tanto que tive, não vi mais beleza, não vi mais graça. Quando perdi, perdi certo de que a teria de volta. O mundo é muito cruel, ela é muito minha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Mas por que a queres de volta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Não há explicação. Sinto o que sinto e apenas o sinto. O eco nessas paredes machuca. Este abrigo não tem sentido sem ela. Aqui apenas jaz a carcaça de uma casa abandonada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- O que é o amor senão o querer bem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Concordo com você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Então por que arruinar a felicidade de quem se ama apenas por doer? Amor não é sacrifício? Ela não estava feliz outra vez? Por que não deixá-la?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Não posso explicar meus sentimentos. Sei que ela me ama e eu a amo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Espero que a faça feliz caso ela lhe escolha e saiba que eu farei o que estiver em meu alcance para fazer o mesmo se eu for a escolhida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Obrigado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ao sair da caverna, a liberdade que nunca soube o que era prisão, viu-se presa. Tornou-se densa, voltou à Morina com um ar diferente. Toda a magia parecia apagada. Mas Morina parecia entender que em meio a tantas voltas, a liberdade se perdera e, na busca de um sentido para escolher entre uma caverna e uma vida ao lado da liberdade, encontrou-se a questionar o que haveria de bom em estar presa a uma caverna. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A liberdade fez de Morina a sua caverna. E enquanto lutava pela felicidade da menina, se escondia à sua sombra. Fez-se indisposta a mudar. Tornou-se pálida, mórbida. Passo a passo caminhava para se tornar a própria Morina e, em sua busca por respostas, perdeu-se naquela sombra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ao ver que a liberdade não soprava mais os caminhos que seguia, Morina afundou-se em culpa e cegou para a felicidade. Nada mais parecia ser correto. Estar só era abandonar o conforto e a novidade. O conforto não lhe parecia mais tão confortável e a liberdade tinha uma aparência estranha, incomum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Morina, o consolo da caverna e a sombra da liberdade, tornou-se o fardo de seus dois amores. Confusa, triste, sem perspectivas, buscava uma solução para sua própria felicidade já que não tivera sucesso em suas ações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A liberdade, por sua vez, reuniu forças e convenceu Morina a voltar para a caverna. Esta, por sua vez, também abalada com as indecisões de Morina, encontrou alguém que pudesse por em seu lugar e desistiu de Morina no momento em que soube que sua volta seria condicional. Posto que seu apreço pela liberdade tornara-se tão grande que seu conforto não era apenas ali. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Abandonada, mais uma vez, pela caverna, Morina correu para os braços da liberdade. Esta já não era a mesma, mas via na pobre menina uma razão pela qual lutar. Acolheu-a e tentou aconselhar e deixar claro que nada é o fim e nenhum novo começo é necessariamente o último começo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Após tanto tempo, Morina não ouvia mais. A razão lhe trazia sofrimento, a emoção não fazia diferente. Tudo que ouvira só lhe trouxe tristeza, mas estava disposta a ser feliz. E a liberdade lhe parecia a única opção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Com a liberdade abalada, Morina sentiu-se presa. Num impulso resolveu se afastar de tudo. Foi para longe de tudo que vivia e viu tudo de longe. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A liberdade, após algum tempo sem sua sombra, reencontrou-se. Voltou a soprar e correr. Sentiu falta da menina, mas sabia que era o melhor. Era um caminho para encontrar a felicidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Morina, no entanto, foi o mais distante que pôde, porém percebeu que sem a liberdade é difícil ser feliz. Foi firme até onde pôde. Conheceu pessoas, lugares, comidas. Assim mesmo, a liberdade, mesmo que tão distante, lhe comovia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Voltou antes do programado e correu para os braços da liberdade. Agora mais leve outra vez, voltou a conquistar o que havia perdido em meio às dúvidas que Morina trouxe consigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Morina, ainda cansada e traumatizada com tantas perguntas, ainda não entendia a liberdade. Achava que o que era uma fase tinha sido algo em que a liberdade havia se tornado. Por algum tempo ainda teve medo de estar presa àquela liberdade que se comportara tão estranhamente por algum momento. Contudo, dia após dia, sentiu-se mais e mais livre. Morina voltou a sonhar, a amar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A caverna, Morina nunca esqueceu. Optou por pensar que quem quer que tenha tomado seu lugar que já não era mais seu, haveria de confortar a caverna assim como a caverna havia a confortado por tanto tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A liberdade tomou um lugar em seu coração que ela já mais imaginara que existia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Junto com a liberdade, Morina encontrou a felicidade num mundo claro e cheio de descobertas. Jamais ambas cegaram para o mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A.S.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2088824968277123513?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2088824968277123513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2088824968277123513&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2088824968277123513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2088824968277123513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2012/01/morina-filosofa.html' title='Morina Filósofa'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5115922238180593366</id><published>2012-01-19T13:47:00.001-08:00</published><updated>2012-01-19T13:47:54.508-08:00</updated><title type='text'>Passagens, Passagens</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Temo que a solidão de meus passos não seja culpa de ninguém além de mim mesmo. É possível, que em um daqueles momentos em que fazemos escolhas que não poderemos voltar atrás, escolhi a tristeza no lugar da felicidade e não notei por estar cego para ambas “virtudes”. Alguns passos à frente, alguns olhares ao longe tiraram o foco do meu antigo agora e, na esperança de ser livre e mais feliz, sucumbi na escolha. Acabei com meus sorrisos, com meus sonhos e até mesmo com minha beleza interior que sonhava com o bem de todos os que me rodeavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já iluminei vários caminhos e me gabei por tanto. Porém, não notei as sombras que contornaram cada façanha minha. Os corações que parti, a feridas que abri, a incapacidade que instalei nas memórias e sentimentos de tantos que se aproximaram. Pus-me, enfim, a escolher, por razões lógicas, quais seriam as perdas e lucros que me fariam escolher. Deixei meu coração de lado. Deixei a felicidade de lado e virei carne e lógica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quanto mais profundo se está em um poço, mais difícil é entender quando se sai dele. Qualquer sinal de luz já é um paraíso após algum tempo vivendo em plena escuridão. E quando um feixe de luz brilha, algumas vezes, paramos de nos esforçar e vivemos, mesmo que afundados, profundamente, a ilusão de estarmos na superfície. Até que, por estarmos tão distante da boca do poço, afundamos outra vez, posto que o caminho é mais curto e o esforço que se faz para alcançar uma pequena distancia acima é infinitamente maior que o de se iludir com a possibilidade de alguém te puxar. Logo, relaxamos outra e outra vez, levando à vida a culpa de não sermos felizes nunca. Mas a verdade é que não nos esforçamos o bastante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O passado deixou suas marcas, seus traços e algumas raízes que jamais nos largarão. Contudo, é mais fácil viver com isso que viver fingindo que nada aconteceu. O passado há de ser a base e sustentação do presente. Quem não o conhece ou o ignora, tende a repeti-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O futuro, tão aguardado, quando menos esperamos está em nossas faces. A dúvida é quanto ao que fazer quando ele chega. Pensamos tanto, planejamos tanto que poucas vezes pensamos no “e se chegar?”. Caso chegue, esteja preparado para vivê-lo. O futuro não é um conto de fada, mas o resultado de esforços (ou não) que nos cobram atitudes. O futuro não estará sempre tão a frente. Quem pensa demais no futuro não vive o agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O agora sim, transforma, alimenta, machuca, fere. O agora é sempre real. E é sempre agora que podemos mudar ou mantermo-nos os mesmos ou até voltar ao que éramos antes. E é o agora que vivemos sem pensar, mas pensando em viver melhor os próximos agoras e nos preparando para viver os novos agoras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Hoje é tudo o que temos, pois amanhã ninguém sabe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A.S.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5115922238180593366?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5115922238180593366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5115922238180593366&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5115922238180593366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5115922238180593366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2012/01/passagens-passagens.html' title='Passagens, Passagens'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4497160284911068675</id><published>2011-12-06T21:53:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T21:54:47.772-08:00</updated><title type='text'>Nada de Paz</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Queria uma vida tranqüila, mas não resisto a um desafio. Mesmo que demande tempo, toda conquista é mais bem quista que um acaso, toda vitória é mais comemorada que um acerto. Não vejo glórias, porém não consigo deixar de pensar que uma história é mais digna de ser contada quando aventuras, dramas e tanto mais são as raízes de um resultado esperado ou não. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não conto louros, mas vivo de histórias. Um capitulo de minha vida que não seja contado como história nada mais é que uma temporada em que morri por algum tempo. A vida é feita de emoções, se resguardar e se poupar é praticar espaços de tempo sem vida. E, digam o que disserem, o que há de melhor na vida é viver!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A.S.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4497160284911068675?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4497160284911068675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4497160284911068675&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4497160284911068675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4497160284911068675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/12/nada-de-paz.html' title='Nada de Paz'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-8522853682568026698</id><published>2011-10-14T02:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T02:47:26.458-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='palavras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alegria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prosa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sorria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='versos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AUGUSTO SIMÕES'/><title type='text'>Sorria!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Nada, pois nada mesmo, há de fazer menor minha alegria de viver. O que bate em meu peito não é apenas um coração, mas uma escola de samba inteira. Sorrir? Por que não? Chorar? Só se for pensando em sorrir depois! Ou até mesmo de alegria ou emoção. De nada me vale amargar uma vida tão cheia. Perder é dar espaço para ganhar mais depois. Pensar que algo é pra sempre é ter a doce ilusão que a vida não se acaba alguma hora pois tudo que era pra sempre, sempre será finito. Posto que nada levamos (seja lá o que sua religião diga) além de nossas lembranças. Então, tão logo, de que adianta lembrar de histórias amargas ou viver o querer e não o que se pode. Quero, logo não vivo. Vivo, logo penso. Amo, logo existo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Se alguns versos convencessem qualquer que fosse o cidadão, não haveria mais tristeza sem alegria de se estar triste. Posto que tudo que nos cega para a felicidade nos estimula a buscá-la. A razão da vida não existe! O que existe é a razão que damos à vida. À vida é que devemos nos dar. Dar vida, dar a vida pela própria vida. Sofrer demais é tirar o pouco tempo de alegria que se pode ter. Remoer e amargurar é deixar de lado momentos felizes e depois alimentar a tristeza por não tê-los vivido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Bom dia! Boa tarde! Boa noite! Eu te adoro! Eu te amo! Estás tão linda! Bons sonhos! Que belo dia! Que céu lindo! Apenas três palavras podem contribuir para o dia de qualquer um. Tudo bem poupar energias para aplicá-las em outras atividades, por que não economizar gritos para comemorar na hora certa, mas o que se ganha ao economizar um cumprimento? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Sorria, por mais bobo que pareça, por mais estranho que seja o olhar te dirijam, é lógico, vão pensar e sentir seu sorriso como uma inspiração para sorrir também. “É impossível ser feliz sozinho!”. Então sejamos juntos. Eu, você e qualquer um, todos juntos neste pequeno planeta que achamos tão grande, nossa terra natal, a Terra, planeta água.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;(A.S.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-8522853682568026698?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/8522853682568026698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=8522853682568026698&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8522853682568026698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8522853682568026698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/10/sorria.html' title='Sorria!'/><author><name>Augusto S²</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11182395778670441948</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_id-LtYc_TNg/SKHGTpiNRXI/AAAAAAAAAAU/QvKZynyoHwY/s1600-R/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3827496008321699787</id><published>2011-08-16T14:18:00.000-07:00</published><updated>2011-08-16T14:19:45.199-07:00</updated><title type='text'>Um Espaço de Tempo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que é um espaço de tempo comparado com todo tempo do mundo? Que ilusão sobrevive o bastante? Só mesmo se for real, dura, perdura e frutifica. Vingar, só vinga quando é forte o suficiente. Não adianta plantar uma arvore já crescida. Sem raízes bem fincadas no chão, por mais bela que pareça, será apenas um pedaço de madeira de pé e pronto para cair na primeira brisa que chacoalhar suas folhas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Tempo ao tempo” é como se diz. Criemos algo do começo. Sejamos ínfimos, minúsculos, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;pequenos, para que, então, cresçamos, andemos, falemos de tudo que viveremos, que vivemos, que estaremos vivendo. Para que, enfim, sejamos grandes, tão grandes quanto desejamos ser, para que alcancemos o céu e nem a maior tempestade possa nos derrubar. Posto que crescemos, desde ínfimos, para todos os lados. Posto que não olhamos apenas para cima querendo alcançar os flocos de nuvens no céu, mas procuramos nos espalhar ao nosso redor e a cada camada que formos criando, mais três se formarão por cima. Até que no futuro, vendo nossa aparência jovial, não consigam entender como uma árvore tão velha conserva tanta juventude. Aí sim, diremos, sorrindo, abraçando-nos, com os olhos brilhando: “Somos apenas um espaço de tempo circulando por todo tempo do mundo!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(A.S.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3827496008321699787?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3827496008321699787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3827496008321699787&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3827496008321699787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3827496008321699787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/08/um-espaco-de-tempo.html' title='Um Espaço de Tempo'/><author><name>Augusto S²</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11182395778670441948</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_id-LtYc_TNg/SKHGTpiNRXI/AAAAAAAAAAU/QvKZynyoHwY/s1600-R/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-284904748529073895</id><published>2011-07-06T16:36:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T16:37:26.386-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='insanos andantes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prosa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AUGUSTO SIMÕES'/><title type='text'>Tudo bem, já passou.</title><content type='html'>- Tudo bem, já passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quisera eu que suas lágrimas fossem minhas, que sua dor fosse minha e que só lhe restasse a lição e a maturidade que há muito já adquiri. Deixou-se deitar em meu peito depois de tanto pranto qual deixa-se seguramente no travesseiro de sua cama após fadigada. Senti seu coração pulsar mais leve, agora que já derramara seu pranto sobre meus ouvidos e acalmava-se ao refletir minhas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por hora não sei como dizer – confessava aos soluços – posto que minhas atitudes não refletem todo o meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois tente. Nada é pior para um coração que guardar tais mazelas sem saber o que fazer com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pus-me a desfazer tudo aquilo que lutei para construir. Demolindo um prédio dentro de mim, mas os alicerces não me deixam sossegar. Cravados metros a fundo. Tropeço sempre que tenho a intenção de um passo mais largo. Vejo-me tão livre, tão plena, mas, ao mesmo tempo, tão presa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diz-se que o que não podemos vencer, devemos aprender a viver junto. Não que devas voltar ao passado, mas que deves saber conviver com ele. Não pense em se livrar, mas em compreendê-lo na situação atual e vê-lo como a base para sua nova vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tarefa difícil esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais difícil foi deixar o passado para trás. Agora, resta-lhe repor as forças e seguir com a segunda etapa desta empreitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entendo, mas ainda assim dói. Dói muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não te desesperes. Pensa que a dor de um parto é a felicidade de um filho. Felicidade esta que se estende para a mãe que sente a dor, para o filho que sai de seu conforto e para cada um dos membros que estão ao redor e comemoram uma dor que simboliza o início de uma nova vida cheia de alegrias e atropelos, mas tomada de novas possibilidades de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pensando assim, parece até bom. Mas quando finda esta dor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Assim que tiver de findar. Deixe a felicidade que te culpa se sobrepor ao medo que te prende. Procure enxergar que, nesta balança, o maior peso está no que mais presas. A felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sinto que palavras são mais simples que as experiências e, mesmo ao brandear meu penar por hora, não soluciona meu pesar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Queria que fosse mais simples, porém sem vivê-las jamais saberás do que digo. Contudo lhe digo apenas para que à medida que vás enxergando, pouco a pouco, a solução, a compreenda mais facilmente auxiliada por minhas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Temo que dure muito, mas vejo-lhe paciente, meu bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não há pressa para nós. Apenas deite-se e deixe-se em seus pensamentos. Mais tarde seremos apenas nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quão cedo, meu bem. O quão cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi a ansiedade há muito. Por mais que muito queira como quero muito, quero por completo e de verdade, não apenas a ilusão da paixão, entretanto mais, muito além disso.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(A.S.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-284904748529073895?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/284904748529073895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=284904748529073895&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/284904748529073895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/284904748529073895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/07/tudo-bem-ja-passou.html' title='Tudo bem, já passou.'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-8145206411971523227</id><published>2011-06-13T10:52:00.001-07:00</published><updated>2011-06-13T10:52:51.996-07:00</updated><title type='text'>Não!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Não apenas me confunda entre suas vontades. Deixe-me um pouco de ti, deixe um tanto de nós aparentar. Tem tanto, mas é tão pouco o que aparece. Cansei das regras e limites. Nunca fui de ter limites, mas agora, por razão ainda desconhecida, tenho aprendido a conviver com eles. Mas não significa que gosto, que quero. Apenas que aceito por suas razões. Não sou de um todo egoísta como aparento. Deixo, aceito, acato, porém, você, não os limites. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não posso sorrir sem ter certeza que posso, nem mesmo tocar na dúvida sobre a reação. Ainda assim posso falar mil palavras que fazem bem. Da mesma forma como respostas já dizem demais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Gosto. Gostas. E ponto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No entanto, nos enforcamos com bobagens sendo assim, como poderia dizer, racionais demais. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;(A.S.)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-8145206411971523227?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/8145206411971523227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=8145206411971523227&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8145206411971523227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8145206411971523227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/06/nao.html' title='Não!'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3748767442900997537</id><published>2011-06-03T01:16:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T01:23:34.907-07:00</updated><title type='text'>Paradoxo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Dizem que do amor se faz dor, mas eu não digo. Só dizem mesmo. Disse? Só por que disseram o que disseram. Digo tantas coisas e me arrependo e não me arrependo do que digo, às vezes nem sei se disse mesmo ou só disse que disse. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Disseram que digo muito sobre mim. Dizem, não digo nada. Dizem, também, que se digo é por dizer, não de verdade. Digo que não digo por dizer, mas dizem que só por dizer já digo. É que não consigo dizer que digo o que digo e digo por dizer que digo por dizer, entende? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Dizem que nem eu entendo, mas não digo nada. Digo por dizer ou, digo melhor, digo de verdade que amo quando amo, mas digo por dizer. Dizem que a própria verdade pode não ser verdade, não é? Dizem, não sou eu quem diz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Eita! Disse por dizer de novo e nem notei. Disse? Dizem que falo demais de mim, mas isso é o que dizem, eu só digo por dizer, mas quando se trata de amor, só digo a verdade. Digo por dizer, dizem. Mas disso eu falo de verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;(A.S.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3748767442900997537?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3748767442900997537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3748767442900997537&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3748767442900997537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3748767442900997537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/06/paradoxo.html' title='Paradoxo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7787742066410072191</id><published>2011-05-19T19:43:00.001-07:00</published><updated>2011-05-19T19:43:48.674-07:00</updated><title type='text'>Aos Meus</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Olham-se, um ao outro, e começam a sorrir. Lembram-se, vêem-se, imaginam-se. Amam-se. Abraçam-se, até beijam-se. Brigam. Juntos, um contra o outro. No fim, apóiam-se. Dão-se uns aos outros. Possuem-se, dividem-se, dividem, se querem, se gostam, se odeiam, se suportam, se separam, mas sempre voltam. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Olham-se, choram, escrevem-se, comunicam-se, calam-se. Conselhos, conversas, debates, choros. Ombros, braços, palavras. São sempre, nunca são sempre, mas sempre são. Abrigam-se, obrigam-se, aproximam-se, afastam-se. Idas, vindas. Mesmo que distantes, sempre, sempre e sempre juntos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Amizade é um dom, um presente. Amizade é saber-se sempre e sempre contente, mesmo que triste, só por saber-se amigo. Amizade é entender e não entender, mas saber que mesmo sem saber nada, algo acontece. Amizade é ver uma pausa na conversa e entender a tristeza. Amizade é olhar um olhar e entender que há um novo amor. Amizade é sentir que dentre tantos abraços, aquele é o seu, particular, só seu. Amizade é ouvir aquela frase de sempre e perceber que agora você acredita nela. Amizade é conversar sobre a mesma coisa e saber que não é uma questão de dividir, mas de tentar se livrar ou entender aquilo por repetição. Amizade é amar de verdade sem precisar estar perto. Amizade é estar feliz com a felicidade do outro e triste com a tristeza do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Amigo é aquele que a gente olha “e reconhece”. Amigo é aquele que some a gente nunca esquece. Amigo é aquele que volta e a gente até esquece que passou tanto tempo. Amigo é aquele que não te deixa por nada. Amigo é você que entendeu o que eu falei e já se viu em alguma destas situações comigo. Amigo é tanto mais que não haveriam palavras, situações ou idéias que poderia descrever.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Aos meus amigos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;(Sem revisão, ok? Perdoem os erros.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7787742066410072191?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7787742066410072191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7787742066410072191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7787742066410072191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7787742066410072191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2011/05/aos-meus.html' title='Aos Meus'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2482473351579559996</id><published>2010-12-01T15:07:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T15:09:05.391-08:00</updated><title type='text'>Harmônico</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na falta de ritmo ou cadência, tocou um samba desconcertado, mas acertou na letra, improvisada. Soltou os pensamentos em rimas mal encontradas e se fez feliz com o que fazia. Ao longe, fora observado por quem passava e não ouvia. De fora, até parecia um samba feito, mal tocado. Mas as cordas eram velhas, o violão baixo e as mãos eram lentas. Trocando acorde a acorde, perdia o tom da voz e escorregava naquela letra que lhe aparecia na hora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao deleite de um segundo refrão, observou-se, só. Jamais se viu tão bem acompanhado. Achou-se no sentido de encontrar-se e se deu mais de si como presente para aquela data que, desde aquele momento, tornava-se comemorativa. Abraçou-se mais ao instrumento, feriu as cordas com menos força até que encostou o ouvido na caixa. Podia sentir-se parte dela. E soava junto, harmonizava cada nota saída da canção que não voltaria a ouvir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Deu-se por demais ao encanto daquela melodia, daquela letra. Agarrou-se ainda mais ao violão até que sonhou com o resto da música. Despertou e partiu, sem musa, sem música, sem sono, mas com o sorriso de quem encontrou o par perfeito. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;(A.S.)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2482473351579559996?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2482473351579559996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2482473351579559996&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2482473351579559996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2482473351579559996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2010/12/harmonico.html' title='Harmônico'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-183677980885670842</id><published>2010-11-16T23:02:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T23:03:00.810-08:00</updated><title type='text'>O que será que me dá?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Não sei bem o que pensam sobre o amor. Muito menos o que sentem quando amam, aqueles que não sou eu. Sei, apenas, o que minhas experiências me ensinaram sobre este sentimento, dito tão nobre, porém tão confuso, significa para mim. Não são poucas palavras para descrever esta simples palavras de quatro letras, como tantos a descrevem, claro, no meu ver. Contudo, não acho que seja de pouca importância descrever aqui, talvez, apenas mais uma forma de descrevê-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Há alguns anos, ouvi de meu avô, homem simples, do interior da Paraíba, cercado de vivência inocentes, educado por uma cultura arraigada de preconceitos e machismo, contudo, cercada de reflexões e estudos religiosos, que o amor é algo, comumente confundido com a paixão. O que não é algo difícil de concordar. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;No passar dos anos, depois que se conhece o amor. Cedo. Na infância. O mais buscado e esperado sentimento de todos, torna-se uma maneira confusa de obsessão. A criança conhece o amor da mãe, quando não, também, do pai, e o entende como algo infindável. De certo, descobre a forma mais delicada, dedicada e real de amar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Ao alcançar certa idade, tal sentimento passa a ser almejado e procurado em outras figuras (pulando, é claro, a fase em que, usualmente, o amor materno e paterno são vistos de forma repulsiva por muitos de nós). Nestas figuras, a principio os amigos, encontram-se os primeiros “amáveis paradoxos” para não dizê-los paradoxos do amor. Então, começamos a confundir a pureza deste sentimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Naturalmente, temos um amor e tratamento exclusivos de nossos pais, mesmo que não sejamos filhos únicos. Assim, logo os definimos de forma única e exclusiva. Por conseqüência, levamos este conceito para as novas experiências de nossas vidas, as amizades, que por sua vez, não são de um todo exclusivas (na maioria das vezes). Assim, achamos de ter ciúmes, sentimentos de posse e até cobranças quando encontramos esta relação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Nossa “doença” por exclusividade torna-se cada vez mais difícil. Até que, por vezes, deixamos de lado a noção de exclusividade e buscamos o grau de preferência. Quando, sem aprofundar em termos culturais que nos levam à competitividade involuntária, buscamos o destaque, a qualidade de melhor. Melhor amigo. O que quer dizer, o mais exclusivo, o mais importante, logo, o “filhinho do papai”, aquele a quem se dá mais importância ou tem um valor diferenciado dos outros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Ainda nesta passagem, encontramos outra forma de nos achar exclusivos, únicos, donos do amor. Encontramos a mais complicada das emoções quando se trata de definições e encontros ou discrepâncias e convergências de definições. A tal da paixão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Paixão é um fenômeno biologicamente ou psicologicamente explicável. Sim, semelhante a algumas características do amor, ela é intensa, transformadora, digna de feitos inexplicáveis. Porém, limita-se ao sentimento de posse. “Paixão dá e passa”, falam as músicas. Paixão é digna da carne. Afeta o coração, dá calafrios, estremece as pernas, contudo, não liberta. Essa emoção se vincula com palavra possessividade de forma tão clara e tão sombria ao mesmo tempo em que fica difícil dizer até onde faz bem ou até onde faz mal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Em certo filme, chamado “Pecado Original”, um personagem questiona o outro de forma simples. Pergunta se o protagonista quer dar tudo para a amante ou ter tudo. E a resposta admite as duas vontades. O que é o mais comum. Dificilmente a paixão não vem junto ao amor. São duas expressões que, no âmbito das relações “conjugais”, caminham de mãos dadas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Há muitos anos, assisti um filme que tratava de história simples. Comum. Narrava a passagem de um casal de interior cuja noiva fora prometida ao jovem de família rica desde sua nascença. Como em todo drama (ou quase todo, pra aliviar os “originais”), a menina se apaixonara por outro rapaz com quem terminara fugindo na data de seu casamento. Acostumado com a história, antevi que o noivo haveria de armar uma “caça” ao homem que o “desonrou” na data de seu “casório”, quase desliguei a televisão para arrumar algo mais o que fazer. Porém, fisgado pela admiração que tive pelas interpretações de bons atores, me mantive atento à trama até que viesse o “mais que óbvio” final.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Assim, como mais uma lição pra minha vida, tive uma agradável surpresa. Posto que o escritor da obra fez-se original quando mudou a reação do noivo abandonado no altar e colocou falas e cenas completamente surpreendentes – para mim – naquela época. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Deu-se que, no lugar de revolta, o noivo demonstrou a tristeza digna de alguém que ama e perde seu amor, entretanto, demonstrou o amor da forma que até hoje terminei por absorver e admitir. Ao ver sua noiva partindo e o tal rebuliço na igreja, atinou logo para o coração. E, com os olhos molhados de lágrima, chamou a multidão para a festa do casamento. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Questionado sobre o motivo da comemoração, já que o casamento não se dera, embalou e ensinou meu coração dizendo que, fosse como fosse, amava a mulher de verdade, não a queria pra si, mas a queria feliz, e se a felicidade dela não estava com ele, que estivesse onde estivesse, o faria feliz sabe-la feliz onde quer que estivesse.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Desde então, concebi a diferença entre amor e paixão. Paixão é posse, atração, o querer pra si. Amor é carinho, é dedicação, é querer feliz. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Não quero para mim as pessoas que amo. As quero felizes, seja onde for, com quem for. E, se comigo encontrarem a felicidade, serei feliz ao lado delas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;o:p&gt;(A.S.) &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;Escrevi isto meio bêbado, então, me perdõem as falhas e espero que agrade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;:D&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-183677980885670842?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/183677980885670842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=183677980885670842&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/183677980885670842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/183677980885670842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2010/11/o-que-sera-que-me-da.html' title='O que será que me dá?'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-567751881267504302</id><published>2010-10-27T22:44:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T22:45:10.719-07:00</updated><title type='text'>Tempo Corrido</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aparentemente textos curtos são mais lidos. Os longos assustam. Lógica comum no mundo da velocidade, no tempo que informação é só o básico, por que informação demais é prejudicial. Lemos bulas, livros e o que mais aparecer, correndo, sempre correndo. Não há mais contemplação na leitura. Apenas informação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Poucos os que me falam de livros pelo prazer de suas histórias. Tenho ouvido coisas como: “O autor quis dizer isso”, “O contexto parece niilista.” Há tempos não ouço nada sobre como é a história, o fulano que corre atrás da cicrana e o beltrano que corre o mundo para salva-lo. Histórias têm virado tanto clichê que as análises mais profundas e conjecturas infinitas sobre assuntos já passados e relacionados aos sistemas ou análises de sistemas atuais baseadas em idéias passadas que culminaram em tal ou tal resultado na sociedade atual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Histórias deixaram de ser histórias, estória já nem se fala mais. Algumas palavras se perdem numa sociedade dotada de maioria não leitora e minoria alfabetizada. Os contos e pequenas peças são mais apresentáveis. Os filmes contam um resumo das narrativas dos livros, logo, para quê lê-los?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Neste descaso com as palavras, nesta nova literatura internetês (linguagem utilizada no meio virtual), o que resta aos amantes da leitura são os velhos livros. Pois de novo só há o produto de análises mais profundas e conjecturas infinitas sobre assuntos já passados e relacionados aos sistemas ou análises de sistemas atuais baseadas em idéias passadas que culminam em tal ou tal resultado na sociedade atual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Paro por aqui para não assustar com o tamanho do texto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(A.S.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-567751881267504302?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/567751881267504302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=567751881267504302&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/567751881267504302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/567751881267504302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2010/10/tempo-corrido.html' title='Tempo Corrido'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3397060760152621467</id><published>2010-08-10T00:36:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T00:37:49.980-07:00</updated><title type='text'>Por Dentro</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Já não espantavam as tamanhas paredes, vazias de cores, despidas de quadros. Tampouco a decoração, já há muito abandonada, que se dispunha como sempre em posição, porém tão conservadas quanto o resto. Ali, onde vibrava a vida, só vagavam insetos. Cortinas transpareciam, disformes, tecidas pelo tempo, a imagem que se tinha. Sem deixar passar as poltronas, massacradas pelo uso, pelo mofo, pelos pêlos que ainda vagavam por ali. Deixava-se entender que nem sempre fora assim. Sim, as manchas no tapete imundo ainda eram visíveis, assim como o pó da madeira há muito comida pelos, já obesos, cupins. Passou-se o tempo e lá estava a ferrugem após comer cada abajur sem lâmpada que ainda restava. Não circulava vento e o mofo tomava as paredes com a pouca umidade que restava naquele lugar. Dominava tudo. Fora, só se via a brisa que nada lembrava. Tudo se foi. Não sobrava nada naquele lugar, senão o esquecimento.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3397060760152621467?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3397060760152621467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3397060760152621467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3397060760152621467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3397060760152621467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2010/08/por-dentro.html' title='Por Dentro'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7862454173044400433</id><published>2010-05-27T18:06:00.000-07:00</published><updated>2010-05-27T18:07:33.749-07:00</updated><title type='text'>Bom Dia (A.S.)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 10px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, serif; font-size: 10px; "&gt;Tenho visto o sol nascer novamente....&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:7.5pt;font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Ah! Essas idas e vindas da vida, o que resta é aproveitar enquanto não está quente demais, ou frio demais, nem claro demais, nem escuro demais, quando, ao mesmo tempo, pode ser hora de ir deitar, ou de levantar, posto que o amanhecer é o começo do dia de tantos, mas apenas o fim de mais uma noite para os boêmios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Despertando para a vida ou acordando para os sonhos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Eis, outra vez,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;O sol voltando a nascer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7862454173044400433?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7862454173044400433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7862454173044400433&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7862454173044400433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7862454173044400433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2010/05/bom-dia-as.html' title='Bom Dia (A.S.)'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5645546751294465064</id><published>2009-11-19T03:06:00.000-08:00</published><updated>2009-11-19T03:11:36.266-08:00</updated><title type='text'>Lembranças (A.S.)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Se eu pudesse apagar algo do meu passado, acho que começaria com as fotos. Certos detalhes que, mesmo debaixo de poeira, fechados em álbuns, sempre voltam pra me atormentar. Gosto de sentir saudades quando sei que poderei matá-las. Mas não gosto de sentir falta do passado. Este nunca volta, mas as imagens estão lá. Presas aos papéis que, enquanto não se desgastam com o tempo, com o clima ou mesmo com o fogo, se mantêm ali. Algumas a nos assombrar, outras nos trazendo certa nostalgia.&lt;br /&gt;Se eu pudesse apagar algo do meu passado, não sei bem por onde começaria. Foi tão bom viver aquilo, foi tão ruim quando acabou. Eternizar seria difícil, mas, será que apagando alguns erros ficaria mais bela a minha história? Algumas vezes parece que se voltasse no tempo o ideal seria não dizer aquela frase, seria mais apropriado entender melhor o porquê sentia para depois me expressar e evitar o erro. Assim mesmo, depois do erro, das tristezas e das melancolias acumuladas com o tempo, a vontade que se dá é de apagar tudo do princípio. Desde o momento em que a história deu a entender que iria existir. Dá vontade de apagar tudo. O primeiro abraço, o primeiro sorriso.&lt;br /&gt;Se eu pudesse apagar algo do meu passado, acho que começaria pelo meu passado. E viveria meu presente pensando que no futuro eu não quero querer apagá-lo.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5645546751294465064?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5645546751294465064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5645546751294465064&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5645546751294465064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5645546751294465064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/11/lembrancas-as.html' title='Lembranças (A.S.)'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5530411125372770613</id><published>2009-10-01T06:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-01T06:49:00.461-07:00</updated><title type='text'>Sem Título</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Mal percebia o sorriso largo em seu rosto até que soluçou tão involuntariamente quanto como aceitou o beijo. Olhava nos olhos felizes à sua frente procurando esconder a alegria tão surpreendente que lhe tomava o rosto e o corpo inteiro. Havia de fazer-se imperceptível e não ousou sequer agir como pensava. Deu-lhe o sorriso e tornou a encarar. Dizia-se suficientemente normal para o que tinha acabado de acontecer. Não esboçaria reação diferente enquanto não houvesse a certeza de que o que acontecera não fora mero acaso. Um caso banal, um beijo esperado por dois durante anos. Tremeram-lhe as pernas, mas sentiu-se feliz de se encontrar bem confortável numa cadeira. As batidas do coração poderiam ser facilmente disfarçadas enquanto não houvesse um abraço. Fora um momento de proximidade que, mesmo com relutância das duas partes, permitiu o encontro entre as bocas. Disseram-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que me impede de não querer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A mesma vontade que tenho. E o que me impede de tentar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A insegurança que dou. Mas o que lhe faz querer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A forma como me olha. - E se lhe visse mais de perto?&lt;br /&gt;Aproximou seu rosto do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E se não me importasse e apenas lhe deixasse se divertir?&lt;br /&gt;Manteve-se quieto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E se lhe falasse mais próximo do ouvido?&lt;br /&gt;Arrastou a cadeira para mais perto, baixou o tom da voz e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se as palavras ao seus ouvidos fossem tão doces que não pudesse resistir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pensaria nelas como falsas já que te divertes me dando insegurança.&lt;br /&gt;Encostou, levemente, os lábios na orelha direita deixando que o toque fosse suave e o ar que expirava fosse breve e desconcertante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E se lhe falasse tudo que é mentira com a verdade tocando em sua pele? Toques não enganam, sensações muito menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E se falássemos sobre verdade sem mais suposições – falava devagar, afastando-se da tentação, enquanto, agora, seus lábios é que tocavam o outro rosto até chegar ao lado da boca finalizando a pergunta – o que você me falaria agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os olhos bem fixos nos olhos, uma sensação estranha de tremor de frio e calor lhe tomando o ventre, entregou-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5530411125372770613?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5530411125372770613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5530411125372770613&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5530411125372770613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5530411125372770613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/10/sem-titulo.html' title='Sem Título'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-1792515571923803339</id><published>2009-08-25T11:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-25T11:30:31.948-07:00</updated><title type='text'>Buquê de Flores</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Em suas mãos, equilibrava um grande e belo buquê de flores. Podia sentir a água morna deslizando por suas bochechas enquanto a olhava. Era triste o olhar do pobre homem que se manteve calado até o último segundo. Olhava fixo com um aspecto desolado e perdido como quem não sabia bem o que ali fazia. Os que passavam o olhavam de lado, não entendiam bem, mas imaginavam coisas. Fora, outrora, alheio a tal dor. Desconhecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dela, sem largar as flores, sentia um aperto tão forte no coração que já se poderia, apenas de muito perto, escutar os breves e sentidos murmúrios do pobre rapaz de olhar e aparência já moribundos. Sempre fora falante e, naquele momento, não encontrava vocábulo adequado. Sofria, ainda mais, por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela, nada falaria, mesmo que lhe pedisse por obséquio. Mesmo que lhe implorasse. Não ouviria mais uma palavra sequer daquela que havia lhe provido tantas alegrias. Quem dera não fosse tarde demais, pensava. E se em outra época lhe dissesse tudo o que sentia, haveria ele de sofrer o que sofria agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podia mais ficar ali. Ajoelhou-se. Abaixou a cabeça entre um soluço e outro. Suas lágrimas já esboçavam um rosto desfigurado, inchado, triste. Levou todas as flores até o chão. Lá, as deixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calado, disse suas únicas três palavras audíveis: “Sempre te amarei”. Leu o nome de sua mãe escrito no túmulo, virou-se e foi.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-1792515571923803339?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/1792515571923803339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=1792515571923803339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1792515571923803339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1792515571923803339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/08/buque-de-flores.html' title='Buquê de Flores'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4441328590059298295</id><published>2009-05-05T21:07:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T21:08:49.194-07:00</updated><title type='text'>Auroras de outras vidas</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;De certo era que era a mesma paisagem de fundo. Bastava desbotar os olhos, amarelar a percepção e envelhecer mesmo que voltando no tempo. As plantas que se agarravam aos muros, o singelo balanço que fora de tantas gerações – agora abandonado – sustentado pela velha mangueira. Época feliz aquela. Onde as infâncias eram infâncias e não apenas protótipos de adultos.&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;Foi-se o tempo em que pões e bonecas, bolas e balanços eram a maior das diversões. Antes se fossem as TVs e os desenhos animados cheios de intervalos e comerciais e voltassem as revistinhas em quadrinhos, as histórias de contos em livros sem pausas que não fossem seus capítulos ou sonhos.&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;Mas o tempo se faz mais curto do que é até para quem tem todo tempo do mundo. Adeus longas histórias que prendiam a atenção. Adeus folclore e lendas populares. Esta época é de aprender a lutar por nada, bater, se machucar, atirar com o maior nível de realidade possível, atropelar...&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;Cabe aos que ainda lembram admirar paisagens semelhantes, de longe, porque hoje é até estranho ver alguém brincar como antigamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4441328590059298295?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4441328590059298295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4441328590059298295&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4441328590059298295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4441328590059298295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/05/auroras-de-outras-vidas.html' title='Auroras de outras vidas'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2830952958179324173</id><published>2009-03-19T22:12:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T22:16:17.906-07:00</updated><title type='text'>Ah! O Amor</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quão amável é o início do amor. Um olhar, um olá, a resposta, o diálogo, os sorrisos, a simpatia, o marcar. O lembrar, o despertar, o passar o dia, o reencontro, as conversas, as retomadas de assuntos, as histórias, os novos assuntos, a segunda despedida. Os sonhos, as esperanças, as lembranças, as expectativas, o frio na barriga, o pensamento constante, a ânsia, os telefonemas mais freqüentes, as conversas mais longas, as horas mais demoradas, os dias mais longos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O dia, a hora, o sorriso mais aberto, o abraço mais apertado, os olhares mais fixos, a espera pelo momento, as conversas mais desencontradas, o frio na espinha, o tentar disfarçar, o tocar mais as mãos, o ser mais aceito, a proximidade entre as cadeiras, os sorrisos desajeitados, os olhares mais perdidos, as palavras desconcertadas, o pedido, o consentimento, o beijo. O sorriso espontâneo, os comentários desnecessários, o segundo beijo, o carinho no rosto, o terceiro, quarto, quinto, sexto... &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O chegar bobo em casa, o ligar para saber se chegou bem, o jantar com nome, o sono leve, o despertar contente, o café da manhã com sobrenome, a espera pela hora certa, as horas e minutos ainda mais lentos, a hora certa, saudades estranhas, um novo reencontro, o sétimo, oitavo, nono, os elogios, passeios, declarações, presentes, saídas, o palpitar animado do coração, o décimo, perder as contas, os carinhos, os abraços mais longos, as certezas, o “eu te amo”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A surpresa, a alegria, a resposta eco: “eu te amo”, mais alegria, mais beijos, mas abraços, mais fortes, mais vontade, mais carinhos, mais passeios, mais vida, mais segurança, mais amor. Dá até vontade de amar outra vez. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2830952958179324173?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2830952958179324173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2830952958179324173&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2830952958179324173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2830952958179324173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/03/ah-o-amor.html' title='Ah! O Amor'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6066141185389280331</id><published>2009-03-09T04:48:00.000-07:00</published><updated>2009-03-09T04:50:03.027-07:00</updated><title type='text'>Ensaio sobre a cegueira, surdez (sobra a omissão)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Já ouvi falar muito que o pior surdo é aquele que não quer ouvir, contudo, uma recente estréia parece ter se enganado com o sentido escolhido. Ensaio Sobre a Cegueira retrata uma hipótese semelhante à uma realidade vivida atualmente. Contudo um título mais adequado seria: “Ensaio Sobre a Surdez”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa ser um ambientalista ou um membro do Greenpeace para ter noção do que se passa no mundo. Previsões de catástrofes, derretimento do gelo nos pólos, superaquecimento global e o velho buraco na camada de ozônio que nos tem causado tantos cânceres já não podem ser chamadas de notícias recentes e, ainda assim, lá vamos nós ouvir pessoas se lamentando e dizendo que só Deus pode ajudar – afinal, parece que o ser humano se inocenta de qualquer responsabilidade quando se trata da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque não condenar os culpados de fato, afinal, Deus, se é que ele existe de fato, nos deu o planeta e não se dispôs a ser o faxineiro. Na verdade, é hora de apontar os reais responsáveis por nossas chuvas que inundam São Paulo, pelas cheias nos canais imundos de Recife, pelos tornados já frequentes no sul do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um que tenha acesso à TV, jornal, rádio ou qualquer campanha sabe que não são espíritos que jogam o lixo num terreno a céu aberto, não é o mar que faz os navios vazarem óleos, não é nenhum rato que entope bueiros nem joga sacos de lixo nos rios. O homem que se prejudica com cada um dos resultados destes atos é o que, além de causar, sofre com as conseqüências clamando por um por quê quando se vê no desespero. Somos sim os maiores culpados pelos desabrigados em SC, pelos prejuízos em SP, pelos canais de Recife e até pelo aquecimento do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soluções? São apresentadas todos os dias. Atitudes simples como separar o lixo orgânico do reciclável, assim, diminuindo o tempo de degradação nos nossos tão bem estruturados lixões; não jogando cigarros, embalagens de comida ou qualquer objeto para evitar o entupimento dos bueiros; protestando contra a emissão de gases poluentes dos nossos governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A pena é que a surdez e a cegueira são tão recorrentes que este não vai passar de mais um aviso, de mais um apelo. Nossa omissão está destruindo o planeta e você, caso haja como a maioria, pensando “puxa, é mesmo!”, e voltando à sua vida normal vai ser mais um surdo a se perguntar: “Porque, Deus?”. Uma coisa eu garanto, não vai ouvir a resposta.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6066141185389280331?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6066141185389280331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6066141185389280331&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6066141185389280331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6066141185389280331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/03/ensaio-sobre-cegueira-surdez-sobra.html' title='Ensaio sobre a cegueira, surdez (sobra a omissão)'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2732499916790828964</id><published>2009-01-25T23:34:00.000-08:00</published><updated>2009-01-25T23:35:25.379-08:00</updated><title type='text'>Diálogo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;br /&gt;Não sei se há maldade no que me dizes ou se dizes apenas maldades sem ao menos as verdades saber. Sei sim que me dizes tanto quanto podes dizer e me falas de tanto quanto podes lembrar além de vês verdades nessas maldades que dizes. E, de tanto que falas destas tuas verdades, das minhas maldades, vejo que crês em todas elas, contudo, faço-me pacífico ao escutá-las. Vejo que me vês tanto sobre tuas verdades, em ti, inquestionáveis que não faço-as mentiras de cara. Dou-te tempo e crédito nas verdades tão más e nas maldades tão verdadeiras que me trazes. As ponho em pauta e acredito nelas assim como te postas a crer. Em seguida, como faria e faço com cada uma das minhas verdades, as questiono, em alta voz, diante de ti, e articulo claramente cada palavra que se esvai da minha boca crendo que estas vão tornar-se razão, reflexão ou, ao menos, algo que torne sua opinião mais disposta a mudanças. Então, munido de perguntas e de respostas prováveis, te chamo para uma resolução mútua, trago respostas possíveis e impossíveis e começas a te confundir com o que falo, trago-te mais e mais visões a respeito do fato e conservo o que havia de correto em tua posição. Neste meio tempo, corrijo minhas impressões erradas e peço que faças o mesmo. Aos poucos, frase a frase, fato a fato, clareias nossas visões, vês as mentiras e maldades nas verdades que te eram tão corretas e intactas e me fazes entender o que tanto te incomoda em minha conduta, criamos novas rotas, novos pensamentos, nos aproximamos mais, nos envolvemos mais, nos abraçamos e, pedidos e aceitados os pedidos de desculpas, fazemos as pazes e voltamos a ser felizes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2732499916790828964?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2732499916790828964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2732499916790828964&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2732499916790828964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2732499916790828964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/01/dilogo.html' title='Diálogo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6618914725356187731</id><published>2009-01-13T07:13:00.000-08:00</published><updated>2009-01-13T07:15:36.941-08:00</updated><title type='text'>Ideal Irreal (O curta)</title><content type='html'>Não ficou como eu queria, mas... aí está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UuxDoxIhi8o"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=UuxDoxIhi8o&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6618914725356187731?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6618914725356187731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6618914725356187731&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6618914725356187731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6618914725356187731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2009/01/ideal-irreal-o-curta.html' title='Ideal Irreal (O curta)'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7407642730178943739</id><published>2008-12-27T15:45:00.000-08:00</published><updated>2008-12-27T15:48:13.919-08:00</updated><title type='text'>Café da Manhã</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Seguiu o dia à poética. Todo o dia era bom. O sol que raiava, os pássaros cantavam como de costume, mas, antes, nada era percebido, hoje poderia correr de casa até o trabalho. Primeiro, pediu-lhe que descansasse mais, iria só até o trabalho, já lhe fizera tão bem na noite anterior que não haveria de considerar, depois de um sonho vivido e um café na cama, indelicadeza que este voltasse aos seus sonhos – visto que não lhe era de hábito despertar tão cedo. Deu-lhe um beijo, até parecia o primeiro, na porta de casa e seguiu, sem parecer atrasada, para suas funções diárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em seu escritório, sua modesta sala de duas mesas e um computador, não conseguia deixar de lado a sensação de bem estar. Seu chefe parecia mais calmo, bem alinhado, imaginava que sua esposa também lhe fizera bem na noite anterior. Em seu estado não poderia relacionar a felicidade com qualquer outra coisa. Pudera, já se passava muito tempo desde que vivera aquelas emoções da última vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrindo seu e-mail, em busca se informações ou novidades burocráticas a cerca de sua vida prática, deparou-se com surpresa incomum. Havia lá uma mensagem de título “Café da Manhã” cujo remetente era o homem que deixara dormindo mais cedo.Ainda achava disposição para surpreende-la. Dizia o texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Não há bom dia mais feliz do que aqueles que recebo de você. Aqueles ainda na cama, com remelas, num sorriso, com uma cara amassada, com cabelos asanhados, num despertar macio e apaixonado, com um beijo na nuca, com uma disposição incomum de se mover logo de manhã, com fome, num carinho só nosso. Não há bom dia mais feliz do que aqueles que recebo com seu amor, depois de dormir ao seu lado e acordar com seus beijos e seu ar apaixonado! AMO-TE!”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rendeu-se à tal delicadeza, acanhou-se e, tímida, sorriu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7407642730178943739?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7407642730178943739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7407642730178943739&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7407642730178943739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7407642730178943739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/12/caf-da-manh.html' title='Café da Manhã'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3629467811469522944</id><published>2008-12-15T22:37:00.001-08:00</published><updated>2008-12-15T22:42:48.762-08:00</updated><title type='text'>Informativo</title><content type='html'>Os textos "Coito", "À Poética", "Moça que Sonha" e "Moça que Acorda", como fica fácil perceber, fazem parte de uma só obra. Na verdade estou mudando de primeira pra terceira pessoa direto porque estou animado com estes textos e pretendo publica-los posteriormente. Aos interessados, publicarei alguns trechos e até capitulos num outro blog dedicado apenas a esta série de textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://seriebelamoca.blogspot.com/"&gt;http://seriebelamoca.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que gostem de lê-los tanto quanto eu gosto de escrevê-los&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3629467811469522944?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3629467811469522944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3629467811469522944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3629467811469522944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3629467811469522944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/12/informativo.html' title='Informativo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-1734523293680438278</id><published>2008-11-18T04:35:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T04:37:37.373-08:00</updated><title type='text'>Moça que acorda</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Naquela hora já se perdia numa corrida confusa onde, por mais que fugisse era alcançada, por mais que se escondesse era achada, e se afligiu. Subitamente, fechou fortemente os olhos, e desmaiou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando abriu os olhos notou o sol tentando penetrar pela janela iluminando parte do cômodo. Não se via, estava há poucos segundos numa espécie de rua escura, sombria, sendo perseguida por um desconhecido que parecia conhecer todos os seus passos. Mas o dia clareara, e ela entendia, vagarosamente que estava num quarto. Seu corpo, não cansado, parecia bem aquecido e preguiçava enquanto sua retina lutava contra a luz que, mesmo pouca, lhe parecia ofuscante. Bocejou e ao esticar-se num gesto de preguiça notou-se nua. Pudera, algo de estranho havia acontecido, morria de frio em noites comuns e se encontrava despida ouvindo um ventilado a girar na maior força possível. Trazia-lhe vendo e, ainda assim, não tinha frio. Como poderia, era sensível às baixas temperaturas e jamais toleraria vento de tamanha força em sua direção sem seus tremores friorentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assustada, sentiu-se bem. A dor de cabeça tomava-lhe a paciência enquanto se esvaíra a lembrança recente das ruas escuras de momentos atrás. Vinham-lhe lembranças desconexas até que ouviu passos. Sim, estava num quarto, despertara indisposta e assustava-se com os passos que ouvia. A maçaneta moveu-se e a porta abriu. Uma mistura de pânico e bem-estar invadiu-lhe a cabeça quando surgiu a bandeja carregada de alimentos leves. Sentia o cheiro do queijo frito e via o pão fresco. Olhou nos olhos daquele homem e disse:”Bom dia, meu amor, tive um sonho esquisito, acho que bebi demais ontem.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Servida na cama, tomou seu café da manhã, deitou-se ao lado dele, em seu peito, e ouviu palavras doces pela próxima meia hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-1734523293680438278?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/1734523293680438278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=1734523293680438278&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1734523293680438278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1734523293680438278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/11/moa-que-acorda.html' title='Moça que acorda'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3779451455359675646</id><published>2008-11-06T13:34:00.000-08:00</published><updated>2008-11-06T13:36:42.633-08:00</updated><title type='text'>À Poética</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Sentia-se mais leve à medida que se aliviava dos apertos. Pudera, passara horas presa naquelas medidas, apertadas, bem acabadas. Mas o calor não lhe abandonava, estava tonta da taça que secou algumas vezes e o álcool não a deixara refrescar. Não, não quis o banho quando chegou, sentiu-se ao mesmo tempo preguiçosa e disposta, diante de seus pensamentos, sem os limites de costume, sem qualquer restrição, a embriaguez livrara-a. Entorpecida, dançava e cantava suas músicas e seus desejos, parodiava as melodias com intenções e mordia os lábios murmurando, ascendente e suave em sua cadência, seus passos, seus suspiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorria, sim, sem motivo aparente, sorria do que lhe vinha à mente, dos pensamentos, e pulava levemente contornando os móveis do cômodo, passeava ao redor de tudo, queria dividir sua alegria vinda de lugar algum com tudo. Deixava todos tontos e sorria como uma criança que ri das próprias fantasias e não aparenta loucura, só pureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também degustava, alisava os quadros, as dobras, as peles, almejava sentir os detalhes de cada espessura que não sentia, usava e abusava de seu tato. Com os dedos, as mãos, os braços, pés, pernas, barriga, costas, queria sentir tudo, tocar tudo. Não demorava para sentir frio. Ainda suava em seu calor, em seu torpor, e, toque a toque, conhecia mais suas sensações, suas emoções. Era toda ela. Vestia-se de si e cantava pedindo mais um trago daquela bebida, com sua maquiagem desfeita e seu semblante livre, leve, solta, vaidosa, sonhava com o momento que vivia. Jamais escolheria estar em outro lugar, viver outro momento, outra companhia. Envolta de suor e parte indispensável daquele cenário, era ela, assistindo tudo em primeira pessoa. Narraria tudo aquilo para seus sonhos e os faria mais belos assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu-se inteira enfim. Mudou de expressão, contou-me segredos, falou-me vontades, senti sua dor e não parou de confiar-me seus desejos, livre, sorria mesmo com expressão de dor e por alguns momentos, entre um discurso e outro, calava, dizia-me sentir demais para explicar, não transformaria em palavras o que exprimia em seu rosto. Estava ofegante e não queria descanso, não queria acabar aquele sonho real, e pedia ajuda, pedia fôlego, pedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuperou as forças, abandonou todo o senso, esqueceu do mundo, deixou seus pudores, largou mão das regras, apertou-me firme contra seu peito com toda sua força, e gritou, incondicionalmente, o amor que sentia por mim. Jurou-me depois, sua vida, sua alma, seu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postou-se farta em meus braços. Dormiu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3779451455359675646?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3779451455359675646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3779451455359675646&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3779451455359675646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3779451455359675646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/11/potica.html' title='À Poética'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5936686950836039021</id><published>2008-10-30T21:46:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T21:27:07.395-08:00</updated><title type='text'>Moça que sonha</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não lhe importa mais, teve o que queria. Deitada, respira brandamente num ir e vir de ar comovente, como quem teve um dia farto, deitou exausta e agora já descansou. Não sente mais as dores, não pensa nos problemas, apenas se deleita com os sonhos que serão esquecidos quando seus olhos voltarem a abrir. Encontra-se de banda, suas curvas se acentuam visto que, além da posição colaborar, seu corpo é deslumbrante. Não há sombras no escuro, ela suspira quando se move, é um esforço incomum girar na cama. Em sua orelha esquerda, um brinco que jamais sai dali tenta aparecer em meio à perfeição daquelas curvas, as de seu rosto. Sua boca não tem sede ou fome, mas aguça uma vontade como se pedisse naturalmente, sem movimentos. Carne macia, próxima àquela respiração quase que imperceptível agora, senão pelos movimentos de seus pulmões. Mais acima, os olhos que meditam, quietos, calmos, hora estáticos, outrora frenéticos, já se encontram em seu próprio mundo, em seus pensamentos íntimos e tão secretos que nem a ela, quando em consciência, se revelam. Não se movem os cachos, mas seu corpo respira inteiro. Aquecido, liso, disposto da maneira que se postou mais cedo. A cada inspiração seus seios se fartam coagidos pelo espaço que o pulmão ocupa até que voltam aos seus lugares quando o ar se vai. Seus braços movimentam-se após muito tempo, suas pernas dispostas uma acima da outra, agora relaxam e se esticam a esmo, inspira novamente como quem tem uma breve pausa no sonho, percebe uma ausência, estranha. Movimenta o braço direito até me encontrar e me puxa como faria com seu lençol. Sente-se aquecida e torna a dormir. Já não lhe importa mais o mundo, teve o que queria de mim.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Augusto Simões&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5936686950836039021?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5936686950836039021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5936686950836039021&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5936686950836039021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5936686950836039021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/10/moa-que-sonha.html' title='Moça que sonha'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6711501440435319709</id><published>2008-10-25T22:25:00.000-07:00</published><updated>2008-10-25T22:26:28.134-07:00</updated><title type='text'>Coito</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;Veste a roupa que lhe dei e passeia pelo quarto. De certo aprecia a vestimenta, trouxe algo sem folgas, pelo contrário, um ou dois números a menos, pressiona seu corpo, noto melhor suas curvas, mas não se incomoda, posto que já lhe é de hábito viver sob pressão, como se não bastasse as de praxe, as que lhe são postas goela abaixo, ainda se sufoca mais em vaidade. Não me acanho nos elogios, e mostro-lhe o quanto a admiro. Pesam-lhe as jóias nas orelhas, o colar, bem rente ao pescoço, atrapalha alguns movimentos enquanto reflete cada luz que se aproxima. Está radiante em seu vestido justo, novo, lhe apertando os quadris, mal lhe permite alguns movimentos. Ainda se enaltece em seus saltos, altos, com bicos finos, finos saltos altos onde ela flutua e desgasta suas pernas e sua postura. Admira a própria maquiagem, cobrindo seu rosto de branco, escurecendo os cílios, clareando a pele, escondendo as expressões, disfarçando o cansaço, pinta os lábios, colore seus tons, rosas, azuis, brancos, todos harmonicamente suaves. Eis que quando penso que acaba, torna à penteadeira e começa seu escultural penteado, dentre pentes e escovas, presilhas, adornos e tinturas se satisfaz. Então se enche de creme, se perfuma e me pergunta: “Onde vamos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calo, a conduzo até o restaurante, peço um prato breve e levo-a de volta ao nosso lar. Pergunta-me então: “Por que tão breve?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondo, enfim: “Pois estás vestida para o mundo, bela para os outros olhos, cheirosa para os outros perfumes. Agora quero-te especial para mim.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosa, me pergunta: “Como?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abro meu maior sorriso, a finto sem pudor e lhe falo em bom tom: “Despe-te e transpira.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Augusto Simões&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6711501440435319709?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6711501440435319709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6711501440435319709&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6711501440435319709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6711501440435319709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/10/coito.html' title='Coito'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2465911680720293704</id><published>2008-10-20T21:00:00.000-07:00</published><updated>2008-10-20T21:01:38.284-07:00</updated><title type='text'>Trecho do meu curta (Narrado)</title><content type='html'>Não, não sou um monstro, sou comum, assim como aqueles que me julgam. Não, repito, não sou um monstro. Neste mundo nos levam a crer que somos o que não somos, deslocam nossos pensamentos chamando-os de instinto e nos adestram, aos poucos, para controlar nossa natureza. Somos animais, sim, racionais, entretanto, os mesmo animais que habitavam estas terras desde os primórdios. Lapidando-nos, nos forçam a esquecer que nossa essência é simples, destruímos e passamos por cima de tudo o que nos é inconveniente para alcançar nosso conforto psicológico, físico, instintivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mesmo, não sou um monstro. Sou, assim como você, um animal racional, cercado de regras escritas por homens que não tinham a mínima noção de como o mundo seria nos dias atuais. E por que não escrever minhas próprias regras? Por que não seguir meus instintos? Por que não matar alguém? Quem sabe que isto lhe faria bem? O que há de tão importante numa vida humana? O medo das regras mesmo quando não se sabe de onde vieram torna atos que seriam naturais em atitudes bárbaras, arcaicas, mas ainda somos os mesmos homens, ainda não encontraram o ser humano ideal, ainda somos animais instintivos, doentes, sim, infectados por uma tal humanidade que não reconheço como um bem, eu a vejo como uma prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não sou um monstro, sou livre, agora sou livre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2465911680720293704?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2465911680720293704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2465911680720293704&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2465911680720293704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2465911680720293704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/10/trecho-do-meu-curta-narrado.html' title='Trecho do meu curta (Narrado)'/><author><name>Augusto S²</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11182395778670441948</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_id-LtYc_TNg/SKHGTpiNRXI/AAAAAAAAAAU/QvKZynyoHwY/s1600-R/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-689616057495226512</id><published>2008-10-14T21:48:00.000-07:00</published><updated>2008-10-14T21:51:42.641-07:00</updated><title type='text'>Consolo</title><content type='html'>Vejo o rosto todo arquear, sucumbir, deformar-se aos poucos. Vagarosamente. É o orgulho, a vergonha, a covardia que o mantém firme ou parcialmente firme. E então o rosto se movimenta com a expressão. O pescoço se move, usualmente na diagonal e sempre para baixo. Esconde a parte que sente e evita os soluços. Resiste por mais algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o indicador fixado na ponta do queixo ergo a face que tem vergonha e observo que suas narinas parecem lutar contra a expressão que este rosto quer expor. Deixo-o, o rosto, seguir à vontade. Suas sobrancelhas encolhem e, assim, enrugam toda a sua testa. Seus olhos parecem esmagados pelas pálpebras que se contraem. Se avermelham aos poucos. Agora já parecem mortos ali dentro, afogados em toda aquela água, deliberadamente infelizes. Vejo então a face feia, a face verdadeira. Vejo então o que a tristeza pode fazer com a face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então abraço-lhe, dou-lhe todo o consolo possível, digo-lhe tudo o que sinto, faço o possível para dar-lhe consolo. Até ver que as lágrimas secaram ao sopro de minhas palavras, a água que afogava os olhos limpou o vermelho, vazou pelo rosto e, salgada, temperou a degustação daquela amarga tristeza. Disse-lhe o quanto amo, falei tanto quanto pude, tudo o que sentia. E, nem pude notar o que havia acontecido. Aquele rosto, um pouco inchado, que chorava suas mazelas, que mostrava suas fraquezas, tomava forma outra vez. Afastou-se do meu ombro, vagarosamente, olhou-me sorridente no fundo dos olhos e soou palavras que diziam: “De que me valeria o mundo se não tivesse teu amor? Amo-te mais que à vida”. Beijou-me e é feliz ao meu lado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-689616057495226512?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/689616057495226512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=689616057495226512&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/689616057495226512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/689616057495226512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/10/consolo.html' title='Consolo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6067632311246933295</id><published>2008-10-14T08:54:00.001-07:00</published><updated>2008-10-14T08:54:27.487-07:00</updated><title type='text'>Ideal Irreal</title><content type='html'>Manhã, o casal acorda com o rádio relógio. A mulher se demora na cama enquanto o homem (não aparece a cozinha) faz o café da manhã e serve na cama (hábito que aparenta ser diário). A mulher mostra um sorriso feliz e se alimenta com o marido. Levantam-se, vestem-se com vaidade. A mulher prende seus cabelos com um daqueles pauzinhos. E vão ao carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No carro, a câmera enquadra o rosto do homem (o motorista) e, enquanto abre o quadro abaixa e se fixa no corpo deste (entre o queixo e os joelhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- gostou do café, querida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- sim, amor, como sempre. Estava perfeito. Te amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- e sempre estará. O maridão aqui faz tudo pra te agradar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- eu sei querido, não é a toa que casei com o homem perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(sorrisos e carinhos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- meu bem, segura aqui pra mim que não to gostando do meu cabelo assim hoje. Vou prender com o pitó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- tudo bem, à noite você lembra de pegar no painel tá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegam no trabalho da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- até mais tarde meu pitelzinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- até meu pão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem vai até o seu trabalho. Desce do carro. A porta fecha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem arrumado o homem vai até seu ambiente de trabalho. Chegando em sua mesa, levanta a vista. Aparece o relógio indicando 9:01. Pontualmente inicia seus trabalhos. O seu ramal toca. Vai até a sala da chefe com seu ar bem humorado e feliz. Recebe uma reclamação. A expressão de seu rosto tem os primeiros traços de raiva. Sente-se humilhado por não poder reagir. Volta para sua mesa. A bronca o leva a pensar em sua esposa num dia comum, em que a viu ser auxiliada por um rapaz quando passava em frente à padaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra-se...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher sai da padaria com várias compras e é ajudada por um rapaz. Desconhecido. Que leva as compras até o carro deles e vai embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao escritório...&lt;br /&gt;O homem já sem o ânimo de mais cedo baixa a vista. Levanta a vista. O relógio marca 17:30. hora de largar. Volta ao carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no seu carro, podendo se exaltar, começa a ironizar e falar só enquanto se estressa com o trânsito (discretamente). Já vê-se que seu modo de passar as marchas e acelerar o carro não é o mesmo. O homem parece mais natural e interpreta a forma que tem que se comportar no trabalho com ironias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- tudo bem chefe, admito que errei. Devo fazer o trabalho que me rendeu três dias de atenção novamente porque não ficou à sua altura. Acredito que também deva pedir desculpas por fazê-la perder tempo lendo tantas baboseiras (que, por ventura, são meu trabalho de TRÊS DIAS!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora ele passa a agir mais naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- essa rapariga! (Regionalismo) acha que é por estar num cargo acima do meu que toda opinião dela é mais válida que a minha. “A chefe é PHD” eles dizem. PHD porra nenhuma! Aquilo é uma vaca que se acha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega ao trabalho de sua mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher saída porta do prédio onde trabalha e caminha até a calçada. O carro aparece nas fotos pela primeira vez. O carro pára, ela abre a porta do carro. Assim que abre, o som captado de dentro do carro volta enquanto ela se abaixa para entrar no carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher não diz boa noite. Começa a falar do dia ruim e comentar sobre a vida alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- você acredita que o menino do suporte a informática ta tendo um caso com a minha chefe. Vê se pode. Um menino que deve ter seus 23 com uma velha de 45. só pode ser por interesse mesmo. E a mulher ainda se exibe! Isso é por que é chefe! Senão, estaria preocupada com a tal “ética em ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O som vai ficando mais distante, as palavras não são mais compreensíveis. Enquanto aquele ruído estranho circula no carro, as lembranças do seu trabalho e da padaria vêm à tona. O homem, estica o braço e pega o pauzinho que a mulher deixou no carro pela manhã. O carro pára. Suas mãos pressionam o objeto pontiagudo. A mulher pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o que foi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escurece tudo e escuta-se um grito abafado. Volta ao corpo do homem que segurava o pauzinho. O pauzinho agora está envolto em sangue. O quadro abre e vemos o rosto do homem. Ofegante. Acabou de extravasar sua raiva. Escurece novamente. Volta ao rosto do homem. Vai ficando assustado. Percebe que acabou de matar alguém, matou sua mulher. Escurece outra vez. Quando o rosto volta a aparecer um sorriso de prazer se expõe em seu rosto apoiado em sua mão suja de sangue ainda com o objeto que matou sua mulher. Não sente culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6067632311246933295?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6067632311246933295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6067632311246933295&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6067632311246933295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6067632311246933295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/10/ideal-irreal.html' title='Ideal Irreal'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-1179000285458977176</id><published>2008-09-29T07:14:00.000-07:00</published><updated>2008-09-29T07:15:09.652-07:00</updated><title type='text'>Carta sem título</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali, além dali, muito distante, ia eu ficando pequeno, pequerrucho, mínimo. Porque eras como a paisagem que por mais que se ande não se alcança. Eras a própria distancia, terreno inalcançável, fossa do mar. E eu, vivia aqui, a ouvir Chico Buarque e contemplar grandes passes do Rei do Futebol, ainda que não goste de futebol, via pela arte. Pude sentir, inúmeras vezes o calor de tuas mãos em meus cabelos antes de vê-la, huuum!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que próxima e distante, bem ou mal foste mesmo meu colo quando havia ninguém. Minha tristeza era daquelas que te afoga em lágrimas ou faz perder-se dentro de si mesmo. E tentei, por várias vezes, disfarçar o meu falecimento sentimental, para não dizer minha morte interior, que, ó Deus! já vivia, eu, o encanto e a felicidade plena sem tu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Veneza pernambucana, os canais impuros, as pontes, as paisagens. Nada mais era belo, nada mais era visto por mim. Mas sempre soube que chegar até você seria como subir para cima, repetir de novo, era como se todos os astros fossem unânimes em dizer: “Vai acontecer, é seu destino”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E neste excelente estado, receoso, romântico, ridículo num raro momento, estaria, eu, pronto para senti-lo, o amor. Belo, nostálgico, indescritível chegaria a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu disse: “Eu já sabia!”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Eu estudando figuras de linguagem. : P)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-1179000285458977176?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/1179000285458977176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=1179000285458977176&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1179000285458977176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1179000285458977176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/09/carta-sem-ttulo.html' title='Carta sem título'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4700296731038460131</id><published>2008-09-24T20:08:00.000-07:00</published><updated>2008-09-24T20:10:01.977-07:00</updated><title type='text'>Nosso</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Tava pensando aqui com meus botões: "Por que eu gosto tanto do teu beijo se eu já beijei uma infinidade de moças nessa minha vida desregrada?".&lt;br /&gt;Não demorou muito para tirar a conclusão, ou melhor, as conclusões.&lt;br /&gt;1- você não é mais uma;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- você é muito mais que linda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- a gente se sente do mesmo jeito quando está junto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinta conclusão, não menos importante- eu adoro estar perto de você mesmo quando tenho que ficar "de longe" e, quando nos beijamos, não só encostamos os lábios e trocamos as línguas, também derrubamos as barreiras, vamos contra regras (por agora), provamos e demonstramos o quanto nos gostamos. Nosso beijo não é só especial por saudades ou por carinhos, é especial por ser nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já falei que você me inspira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Próxima parte do conquista sai esta semana a outra, tô sem tempo de seguir a linha)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4700296731038460131?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4700296731038460131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4700296731038460131&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4700296731038460131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4700296731038460131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/09/nosso.html' title='Nosso'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7770711850673654962</id><published>2008-09-20T21:41:00.001-07:00</published><updated>2008-09-20T21:43:00.862-07:00</updated><title type='text'>Abordagem II</title><content type='html'>Dias após o ocorrido fizeram-se breves as palavras: “hei, vamos conversar?”. E num sorriso largo ela se postou ao seu lado e deu ouvidos às suas novas palavras. Dizia ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tens estado em meu café pela manhã, no livro que tenho lido, nas minhas conversas, tens estado em meus pensamentos todos os dias. Provocaste o que em mim é mais belo. Algo além da paixão, algo que comove. Hoje, sou encantado pela tua beleza e quero saber se posso encantar-me por ti completamente. Será que posso pedir-te esta noite para conhecer-te melhor e descobrir se toda esta disfunção em meus atos e comportamentos relativos a tu são, de fato, dignos de existir?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela consentiu a noite, mas teve de confessar-se: “Em minha vida há outro alguém por quem não sei se ainda sinto. E tenho tanto interesse em tu quanto dizes ter em mim. Sob tais declarações ainda insistes em sair comigo?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem praguejar deu um largo sim e a convidou ao local onde foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos gestos, das conversas que tiveram por toda a noite, seria impraticável evitar um beijo. Eis que sucedeu-se o dito que multiplicou-se em vários outros somados aos carinhos e às doces e sonhadoras palavras dele. Como era esperado, mas não tido como certo, o rapaz rendeu-se aos encantos da moça que, por sua vez, fez o mesmo. Eram agora amantes sem sombra de dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esqueceram do outro alguém que a esta hora já estava a perder o título. E este não imaginara nada. Apenas vivia distante e aproximava-se quando era possível. Era o único empecilho que impedia o romance dos dois. Mas, a saudade é danada, e tornou-se personagem principal na evolução dos sentimentos. Deu-lhes mais vontade à medida em que se viam e não podiam aproximar-se. Começavam a deixar, inconscientemente, que o impedimento aumentasse o desejo e as emoções. Nada mais sedutor do que o amor proibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia após dia se viam e se olhavam e se mantinham distantes. Agora sabiam que partilhavam os mesmos pensamentos e sentimentos, tudo era uma questão de tempo. Enquanto ela procurava coragem para deixar o outro ele entendia os motivos da aflição e esperava pacientemente tentando ajudá-la e a conquistando mais e mais apenas através de palavras. Sem toques, sem flores. Poucos poemas e vários olhares, mas, principalmente com as palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7770711850673654962?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7770711850673654962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7770711850673654962&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7770711850673654962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7770711850673654962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/09/abordagem-ii.html' title='Abordagem II'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3310526875944982134</id><published>2008-09-15T21:24:00.001-07:00</published><updated>2008-09-15T21:25:18.456-07:00</updated><title type='text'>Abordagem I</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Abriu a porta, postou-se naquela cadeira, no meio dos demais, e se colocou a observar o que passara. Em menos de dez segundos já se encontrava tão distante dali quanto poderia. Na verdade, não tão longe. Fora ali onde tudo sucedera. Colocava-se afastado em sentido de tempo, de dias atrás. E ali repassava tudo o que vivera naqueles dias passados, próximo dali, tão próximo. E, será que voltaria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela, apressada, corria para não se atrasar. Recorrentemente pensava se fora ela errada ou se estaria errada em pensar, olhar ou falar da forma que falaria. Não, haveria a possibilidade de não vê-lo. Mas pensava se o visse. Subiu as escadas, postou-se à porta e olhou pela brecha, antes que este pudesse vê-la. O viu e titubeou em seus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento ele já a via. E lhe fraquejavam as pernas, forçavam as batidas no peito e tremiam-lhe as mãos. Disfarçava fingindo estar com frio. Ela chegou, e ele a olhou nos olhos sem saber bem como reagir. Via-se tímido, sem jeito, desconcertado. Por sorte a cena se passava rapidamente. Contudo, o momento de levantar-se de ambos seria o mesmo, e ali, não haveria como disfarçar as pernas, as mãos, o peito, ou correria o risco de se expor ao ridículo e usual que é o declarar-se brevemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantou-se de sua cadeira e seguiu em direção à porta quando foi abordada. Falava-lhe ele. Em tom breve e um pouco desconcertado o que lhe vinha no pensamento. Fazia-se de desentendida e dava-lhe toda a atenção. Respondeu as perguntas, riu das piadas e mostrou-se ciente de comentário que só pôde ser entendido pelos dois. Mesmo que dito diante daquela multidão. Ele não disse tudo o que queria pois, ali, não poderia e disse apenas que ainda tinha o que lhe falar e que o faria em outra ocasião. Ela mostrou-se disposta e aguardou o convite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3310526875944982134?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3310526875944982134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3310526875944982134&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3310526875944982134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3310526875944982134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/09/abordagem-i.html' title='Abordagem I'/><author><name>Augusto S²</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11182395778670441948</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_id-LtYc_TNg/SKHGTpiNRXI/AAAAAAAAAAU/QvKZynyoHwY/s1600-R/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-592082856104724377</id><published>2008-09-05T00:05:00.000-07:00</published><updated>2008-09-05T00:06:21.052-07:00</updated><title type='text'>Apelo</title><content type='html'>Se não sabes onde vais meu caminho pode ser [tanto] certo quanto incorreto nessa sua trilha. Fazes-te amarga e triste e, tão bem quanto mal, sabes que te sou parte que posso ser quando autorizas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me vás tão rapidamente, nem te vens quando te convém, posto que cada encontro contigo torna-se sinônimo de esperança e cada decepção pende por se tornar um baque dolorido. És figura que imagino tão perfeita em meu viver e de torna-se tão triste no horizonte. Mal sabes o quanto dói só ver-te assim, longe de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem do meu sol que raia o dia perfeito onde nem ressaca mais deprimente pode apagar um sorriso extasiaste num dia chuvoso e cinza onde o sol insiste em estar lá. Não ignora quem pode ser único em tua vida. Já te fiz parcialmente feliz pois me deste pouco  tempo. Posso fazer-te tão mais, ou plenamente, contente que nem imaginas. Não achai que posso ser tão modesto, pois, se não te digo do que sou capaz, como podes desconfiar se tuas próprias convicções julgam-me incapaz? Sou capaz tanto quanto posso provar-te. Dá-me chance moça! Ou jamais saberás que rumo tomaria tua vida se escolhesse a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá-me chance moça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-592082856104724377?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/592082856104724377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=592082856104724377&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/592082856104724377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/592082856104724377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/09/apelo.html' title='Apelo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-1165503311856692168</id><published>2008-09-03T09:12:00.000-07:00</published><updated>2008-09-03T09:13:32.424-07:00</updated><title type='text'>Ato: Amar.</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Imensamente, amo-te, amada amante. E, mesmo morto ou mambembe, torno-me teu, tamanha amante. Trato-te tão ternamente que te trago tamanhas e trilhões de tralhas tocantes, tremenda amante. Também te babo, bobo, abobalhado. Bicho abobalhado! Se bem que, linda como és, logo se ligam das líricas às loucas palavras. Se bem que sabe-se bem que se não fosse tão certa a certeza de saber-te, sóbrio ou sórdido, só minha, talvez que saísse eu, por aí, paparicando poucas palermas sem assumir que era errado e ruim rastejar e rimar romances por rotineiras sabendo que raridade só é sincera quando se ama você amada amante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-1165503311856692168?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/1165503311856692168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=1165503311856692168&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1165503311856692168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1165503311856692168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/09/ato-amar.html' title='Ato: Amar.'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7935087476048074090</id><published>2008-08-31T19:13:00.001-07:00</published><updated>2008-08-31T19:16:52.373-07:00</updated><title type='text'>Saudades</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Sem anseios, andou só e refletiu. Passo após passo sentindo nada. Nem vento, nem brisa, nem ar. Calor, frio. Aquilo tudo era lembrança. Não sentia mais nada. Vago. Deitou-se num banco, olhou para o céu, não viu claridade, nem escuro, só via lembranças. Tanto fariam seus olhos abertos ou fechados. Não sentia a temperatura do banco onde comportava seu corpo. Nada ouvia. Só ouvia lembranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achava que eram sorrisos, histórias. Achava que ainda via aquela imagem toda. Era tudo ali, naquele mesmo lugar, ou próximo dali. E pensava ter tudo outra vez. Os breves momentos. Os suspiros, os olhares. Sentia, na verdade, saudades, mas não confessaria nem para si mesmo. E vivia aquele momento. Pensando que vivia. Sonhando com o passado, mergulhado nas lembranças. Só. Na verdade não se sentia só. Sentia-se tão bem acompanhado quanto poderia em toda sua vida. Imaginava estar perfeito e assim mesmo, consigo próprio, mesmo que mergulhado em seu imaginário, por hora tão real, debruçado em tanta felicidade, sentia-se, estranhamente, triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhava ao seu redor e aproveitava o momento. Registrava o cenário no qual se veria novamente, através de lembranças, e voltava sua atenção para o momento. Para os toques e suspiros que já não eram mais reais. Quando, vagarosamente, embaçava sua visão como se o momento se fosse. Ao passo que todo o verdadeiro odor, o estridente barulho, o vento forte passavam a substituir os sorrisos, os abraços, as conversas, o perfume se ia e a verdade voltava à tona. Uma pergunta com a resposta já estampada no peito lhe vinha às voltas. “Qual a sensação de saber que nunca mais terei aquele beijo?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantou-se, não sorriu, caminhou e se foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Influenciado pelo estilo da predicativa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7935087476048074090?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7935087476048074090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7935087476048074090&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7935087476048074090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7935087476048074090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/saudades.html' title='Saudades'/><author><name>Augusto S²</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11182395778670441948</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_id-LtYc_TNg/SKHGTpiNRXI/AAAAAAAAAAU/QvKZynyoHwY/s1600-R/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3445751241323583272</id><published>2008-08-27T22:31:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T22:37:49.130-07:00</updated><title type='text'>Conquista IV (O Fim)</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Com grande decisão a ser tomada em pequeno espaço de tempo, o coitado arriscava em insistir. Relutante e receosa, a menina aceitava as novas idéias apresentadas pelo pobre rapaz. Este também sofrido como agora também era sabido. E, se fez um dito acordo naquela hora para que se houvesse tempo de se entenderem melhor. Ela avaliaria a situação mais relaxada, ciente de todos os fatos e das intenções do dito rapaz. Ele, conhecendo melhor a história e até ganhando tempo, procuraria saber se deveria prosseguir com tal relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passavam-se alguns dias e o rapaz matutava sobre a menina, procurando dar-lhe espaço o suficiente para não sufocar e não indo tão longe para não ser esquecido. Era um caminho sinuoso a ser percorrido e os pensamentos deste passavam a arquitetar certas estratégias para descobrir se valeria à pena ou não. As dúvidas tornaram-se freqüentes e as soluções, várias, foram surgindo em suas reflexões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvia então parte da charada. Como saber se lhe valia todo o esforço garota essa cujo convívio e o conhecimento era tão pouco? Pensava em si no lugar dela e em seu próprio lugar ao mesmo tempo. O que o faria desistir como sendo ele? E o que a faria incapaz de merecer aquela dedicação ofertada de graça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos as respostas iam chegando. Este – o rapaz – não deixaria bobagens afetarem o que poderia vir a ser uma futura esperança. Não era fácil se apegar, mas não deixaria algo que acreditasse ser bom findar por qualquer bobagem, para ele, dar as costas por ato menor, de pouca importância, seria confessar o descaso, exibir indiferença. Acreditava que deveria, por uma só vez, testar o outro lado da história. Se as palavras não funcionavam, o encontros eram escassos, as expressões só revelavam aparências, haveria ele de usar princípios básicos da física para achar suas respostas. “Cada ação corresponde a uma reação”. “Causa e conseqüência”. Ela poderia fugir das palavras, das perguntas e até dele, mas, jamais de sua natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, ele achou a solução. Haveria de, em gesto breve e suave, de forma fácil de corrigir, cometer uma garfe, um errinho besta, algo que a afetasse no fundo, mas não machucasse. O fez então. Como não esperava, a reação foi além do necessário, exagerada, frustrante. Não haveria de ser naquela união que encontraria, qualquer um dos dois felicidade qualquer. Ela provara que não se deixava, somente aproveitava breves momentos como para sentir-se bem por algum tempo. Ele a fazia rir, aprender. A desafiava e tinha boas respostas e argumentos para conversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, sim, era comprovadamente o final daquela história. Ela se foi para um lado e ele voltou a vagar no mundo. Ela no mundo dela, ele no dele. Sem mágoas, sem mais tristezas, só mesmo a certeza de saberem-se diferentes demais ou impossíveis um para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FIM&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3445751241323583272?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3445751241323583272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3445751241323583272&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3445751241323583272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3445751241323583272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/conquista-iv-o-fim.html' title='Conquista IV (O Fim)'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-1328320207681936866</id><published>2008-08-25T20:41:00.000-07:00</published><updated>2008-08-25T20:44:28.003-07:00</updated><title type='text'>Reflexões Sobre o Ventre</title><content type='html'>Por hora me pergunto: “Seria o ventre chamado de ventre propositalmente?” Assim, para poetas sempre o pensarem como quente. Ou, de tão quente que é, por hábito, o ventre, tornou-se conveniente chama-lo assim: ventre?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-1328320207681936866?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/1328320207681936866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=1328320207681936866&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1328320207681936866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/1328320207681936866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/reflexes-sobre-o-ventre.html' title='Reflexões Sobre o Ventre'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-8626170346128030518</id><published>2008-08-15T10:32:00.000-07:00</published><updated>2008-08-15T10:33:02.969-07:00</updated><title type='text'>Bela vida vazia</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorria alegremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tens mais peso nas costas ou a quem dar atenção&lt;br /&gt;Não tens sequer responsabilidades com pessoa qualquer&lt;br /&gt;Não tens nada que te prenda ou te controle, individuo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorria felizmente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há motivos para a tal tristeza nesse momento&lt;br /&gt;Quão leve pode ser a liberdade de só ter nada&lt;br /&gt;Sem razões, sentimentos, lucidez, sem virtudes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorria tristemente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois não há tão só alma a vagar nesse mundo&lt;br /&gt;És fruto absurdo do resultado de si mesmo&lt;br /&gt;Mais triste, só e isolado que podes agüentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorria amargamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois ninguém nesse mundo foi feito pra te entender&lt;br /&gt;E suas falhas levantarão vozes, diferentemente de seus feitos&lt;br /&gt;E não poderás errar, pobre criatura infame&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora chora alegremente se conseguir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-8626170346128030518?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/8626170346128030518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=8626170346128030518&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8626170346128030518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8626170346128030518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/bela-vida-vazia.html' title='Bela vida vazia'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4430907617424942554</id><published>2008-08-12T02:54:00.000-07:00</published><updated>2008-08-12T05:31:04.653-07:00</updated><title type='text'>Conquista III</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma semana passava e, encantado, o rapaz tornava a conseguir um novo encontro. Foi, ele, com uma hora de antecedência e a esperou na rua onde haviam marcado o primeiro encontro (salvo que os outros se deram ao acaso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lugar intrigante aquela rua. Composta de velhas construções, algumas reformadas, outras, se não caindo aos pedaços, próximas disso. Além do aspecto simplório e envelhecido. Um lugar, tal como ela, difícil de interpretar à primeira vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leu seu livro por uma hora e não sentiu frios na barriga ou expectativa. A moça lhe parecia tão distante algumas horas, mas, o deixava confortável. Não havia ali excessos. Somente o necessário. Quando chegada a hora do encontro, fechou seu livro, guardou-o em sua mochila, passou a esperá-la. Pensava em como aborda-la de forma correta. Menina sensível e já declaradamente triste haveria de ser abordada com todo tato possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada a hora, dela, ela chega. Um breve sorriso de lado, um caminhar tranqüilo, senta a mesa, pede uma cerveja e exige a marca. Finalmente o cumprimenta. Abordados os assuntos iniciais, trocam de mesa – para se afastarem do som estridente do bar – e tornam a conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o diálogo toma outro rumo e as revelações não tardam a serem feitas. Seus traumas, suas mazelas, suas vontades e parte de suas vidas vão aflorando e se apresentando naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Devo falar do meu passado recente. História triste, confusa e que ainda me toca muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não haveria, o rapaz, visto tantas palavras e tantas expressões em sua face quanto via durante aquelas palavras. E não parou por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fui descrente no amor por longa data e a pouco resolvi me arriscar nesse mar de contradições. Por hora, acreditei que poderia e sofri. Vendo-me já preparada para uma nova decepção, fui forte e dura o quanto pude, até que amoleci mais uma vez e, outra vez, o amor me derrubou. Ainda encontro-me triste, ferida, magoada e, pior, apaixonada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revelações talvez não fossem tão surpreendentes para o pobre rapaz que escutava atento cada palavra enquanto moldava discursos para confortá-la e até conquistá-la. Seu passado também não havia sido fácil e, descobriu ele, que no mesmo período teve decepções semelhantes às ouvidas por ele naquele momento. Eram os momento finais do discurso da moça apaixonada e seu tempo de elaborar algo iria se findando. Era a hora de escolher entre continuar uma batalha ou declarar a donzela perdida. O que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Continua...&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4430907617424942554?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4430907617424942554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4430907617424942554&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4430907617424942554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4430907617424942554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/conquista-iii.html' title='Conquista III'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6735120890696687766</id><published>2008-08-07T04:18:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T04:20:22.060-07:00</updated><title type='text'>Conquista II</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa ele ir pobre moça desiludida. A mágoa é coisa triste e ruim, mas, quando se deixa exposta ao tempo, pode inflamar a ferida. Há remédios que curam essas dores. E que dor não é curável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tristeza isolava a moça dos olhos inchados e bem secos. Não existem mais lágrimas, mas a dor perdura. Então deixa que esta dure, deixa a dor comover e ensinar. Mas não deixa que esta tire mais do que já tirou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a moça seguiu se arriscando. Pouco a pouco. Uma ou duas vezes por mês deixara o pobre rapaz aproximar-se. Este, não economizava em paciência, era uma dedicação quase cega e respeitosa. E, a cada vez que se viam, naturalmente, crescia a intimidade, e o apego. Mesmo que nesses poucos dias em que horas tornavam-se breves momentos as conversas, escassas e bem curtas, revelavam aos dois o que os fazia se deixarem, ela sem deixa-lo de vez e ele sem desistir daquilo que ele nem sonhava ser amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapaz, sempre que achava que poderia fraquejar, pedia, brevemente, um estimulo de moça tão discreta e de tão poucas palavras. E ela, sempre que requisitada, curta, breve, mas envolvente, usava seu olhar para dar dimensões prolixas às suas poucas palavra. E assim, renovado, seguia o rapaz, a esperar, mais uma vez, o tempo que fosse necessário. Algo lhe antecipava um sentimento nobre e vivências inesquecíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Continua...&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6735120890696687766?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6735120890696687766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6735120890696687766&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6735120890696687766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6735120890696687766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/conquista-ii.html' title='Conquista II'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-351861050633969385</id><published>2008-08-05T02:17:00.001-07:00</published><updated>2008-08-05T02:17:44.024-07:00</updated><title type='text'>Conquista I</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Mesmo com toda salinidade deste mar de amarguras ainda comportava doçura a menina ferida. Pobre donzela cercada de amargura e tristeza, isolava-se em sua vida, em seu quarto em seu eu. “Deixa o mundo de lado, por agora, não preciso dele, tanto assim.”. Assim chorava a menina que não negava um sorriso quando ele se chegava. Mas chegara tarde demais, por hora, que agora a menina não queria mais ninguém. Ainda assim, não negava aqueles sorrisos que o impulsionavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, passo a passo, foi-se chegando, ele, do seu jeito, como o terceiro que chegou do nada. E quanto mais ela se afastava ele mais insistia, sutilmente, em se aproximar. E sua insistência não incomodava. Sim, ela sentia-se melhor. Como provando para si que era melhor do que se sentia. E, talvez por isso, não conseguia dar-lhe um não. Não conseguia nega-lo quando este se aproximava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Continua...&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-351861050633969385?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/351861050633969385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=351861050633969385&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/351861050633969385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/351861050633969385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/08/conquista-i.html' title='Conquista I'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7612270467779333930</id><published>2008-07-31T22:12:00.001-07:00</published><updated>2008-07-31T22:12:26.596-07:00</updated><title type='text'>A Visão e a Arte</title><content type='html'>&lt;em&gt;.&lt;br /&gt;Boa parte das pessoas interpretam as formas artísticas através dos seus olhares, dos seus mundo. Culturas, histórias, pessoas, entre várias influências tornam uma pintura, foto ou poema, vários. O que isto quer dizer? Que um poema pode ser, ao mesmo tempo, romântico para um e nostálgico para outro assim como um desenho, uma melodia, ou qualquer outra forma de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que muitos se importam em interpretar a arte de outras formas. Lêem sobre técnicas, até tentam praticá-las, mesmo sem muito talento, para reconhecer e entender melhor como a obra, seja ela qual for, foi produzida. Estes preferem apreciar a arte por um aspecto mais técnico. Pelas inovações encontradas pelo artista. Sentem-se internos ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda o terceiro grupo, meu favorito. Formado por aqueles que procuram primeiro entender o que a obra lhe passa. E, pouco a pouco, vão se deixando levar por ela, tentando imaginar ou entender o que o artista pensava naquele momento. O que o fez sair da cama, parar sua refeição, desligar o telefone, sair de sua casa, de seu país para buscar aquelas cores, aquelas palavras, aquelas imagens. Estes seriam, para mim, os líricos. Pois arte, para estes, é a busca de técnicas, paisagens, palavras e até gestos que consigam demonstrar sentimentos objetivamente. E, só através desta, podemos tocar nos sentimentos.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7612270467779333930?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7612270467779333930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7612270467779333930&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7612270467779333930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7612270467779333930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/07/viso-e-arte.html' title='A Visão e a Arte'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3168353063884818543</id><published>2008-07-31T18:39:00.001-07:00</published><updated>2008-07-31T18:39:58.335-07:00</updated><title type='text'>Ladrão de Galinhas</title><content type='html'>Há uma falta de postura e indescência nos âmbitos onde corre maior parte do meu dinheiro, o que deixa qualquer ser humano “tranqüilo” quando consciente. E vejo, ainda, uma ironia trágica em meio aos fatos: “Aqueles que ‘ditam’ as regras, as minhas obrigações e direitos, são os mesmos que têm sido acusados de roubar meu dinheiro. Como exemplar resultado,  uma punição com o fim de um mandato por determinado tempo.”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora imagina um ladrão, daqueles mesmo, os de galinha. Um belo dia é pego roubando as galinhas e levado a julgamento. No julgamento as provas indicam que o acusado é culpado. Sujo, com penas pela camisa, marcas das bicadas da galinha que tentava fugir de seu sequestrador o homem nega tudo e diz nem saber da existencia de galinhas naquele terreno. Por fim, o juri popular condena o homem. Está definido e provado! Culpado! Pena: Renuncia e abandono das funções de ladrão. Sem direito às regalias. E, só após 8 anos, o dito ladrão pode voltar a roubar as galinhas. Enquanto isso, este deve desfrutar de plena liberdade para outras atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe assim, no Brasil, poderiamos dizer que a justiça é cega. Afinal, num pais de malandragem, de influência, onde o dinheiro move tudo, já que não se mexe com o rico vamos ver como mexer com os pobres. Se não dá pra rachar o dinheiro que se concentra na mão de poucos, vamos igualar, pelo menos, alguns direitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3168353063884818543?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3168353063884818543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3168353063884818543&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3168353063884818543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3168353063884818543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/07/ladro-de-galinhas.html' title='Ladrão de Galinhas'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2854333196511716661</id><published>2008-07-29T19:42:00.001-07:00</published><updated>2008-07-29T19:42:51.507-07:00</updated><title type='text'>Até mais.</title><content type='html'>&lt;em&gt;Deixa estes profundos olhos secos de emoção e que tanto me acobertaram de carinho. Ou deveria eu estar carente e, assim, qualquer demonstração de afetou tornou-me observador mais sensível da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era sim um olhar seco, que me acalentava e aceitava minhas palavras e meus afetos. Durante três dias o vi. No primeiro parecia meio embaçado, era bonito assim mesmo, mesmo que distorcido, mesmo que distante e não bem, lembrado, era belo. Até que na segunda vista tudo já era mais claro. Os olhos transpirando sorriso e num olhar fundo nos meus mostrou-me que me percebia. Sim, eu já pensava naqueles olhos bem antes deles me reconhecerem a primeira vez. Ou era o que imaginava. Mas fui visto e notado assim como reciprocamente cumprimentei. Breves e verdadeiros sorrisos, breves palavras, grande afeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No terceiro já não pude evitar. Aproximei-me tanto que os olhos se fecharam e já não pude vê-los por instantes. Mas, intrigantemente, os sentia melhor que nunca. Aquele olhar tornou-se carinho, tornou-se pele e afeto, tornou-se beijo e abraço. Aquele carinho tornou-se uma noite e um amanhecer do dia onde não pudemos ver o sol. Só poderíamos ver pelo tato, pelo cheiro e pela claridade que atravessava nossas pálpebras. Seus braços foram se afastando aos poucos. Mas seus olhos, mesmo quando te ias, ainda me traziam aquele olhar. Foram os últimos a se afastar. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2854333196511716661?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2854333196511716661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2854333196511716661&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2854333196511716661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2854333196511716661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/07/at-mais.html' title='Até mais.'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3698053328641951393</id><published>2008-07-27T20:38:00.000-07:00</published><updated>2008-07-27T20:39:20.098-07:00</updated><title type='text'>Ponto e virgula</title><content type='html'>, virgula. Ponto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3698053328641951393?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3698053328641951393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3698053328641951393&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3698053328641951393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3698053328641951393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/07/ponto-e-virgula.html' title='Ponto e virgula'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2280292962990158064</id><published>2008-07-14T20:57:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T21:00:06.407-07:00</updated><title type='text'>O amor é cego</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Deixo a mim mesma assim como me encontro. Meu abandono tem razões claras, lógicas, humanas, sentimentais e até fáceis de compreender. Amo. Tanto quanto posso e com a força que posso amar. Com toda a intensidade da palavra, cada sílaba, cada letra, cada gesto que a acompanha. Amo. Caso houvesse de morrer pelo amor, jamais hesitaria. E sim, é claro, gosto do que sinto.&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;Porque me deixo? E porque haveria eu de ficar comigo mesma? Não quero viver só dentro de mim cercada do que penso e do que gosto. De que me vale o gosto se não tiver ao lado quem gosto. Pois mais me favorece o abandono de mim mesma a manter esta essência que, por hora, em tentativa anterior, também me isolou.&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;Enfim encontro-me. Nele? Mesmo que não seja perfeito – e quem é? – neste. Só quem me dá a certeza de ser-me sempre merece ser meu fim. Sim, meu porto seguro, meu destino, onde descanso, de onde não preciso sair nunca. Sim, minha paz em meio a todas nossas guerras. Dizem que deixo-me, não sou mais quem sou. Mas prefiro encontrar-me nele e ele ser e então, assim, evito algumas dessas guerras, afinal, não passa de um conflito interno, pessoal, e estes sempre resolvemos, não podemos fugir. Afinal, sou-o. Tenho medo de estar só.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2280292962990158064?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2280292962990158064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2280292962990158064&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2280292962990158064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2280292962990158064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/07/o-amor-cego.html' title='O amor é cego'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4258526305625906163</id><published>2008-06-26T23:49:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T23:50:13.420-07:00</updated><title type='text'>Descaso?</title><content type='html'>Tudo bem, tudo bem. Vou vivendo só. Tão somente só que vivo cercado dos meus. Sou eles e eles me são. Sou todos os que me amam assim como eles. Estou só com os meus. Só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem relativo não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo a passo, abraço a abraço me aproximando de quem tenho que me aproximar. Cada parte de mim que passo a conhecer é uma ponte para conhecer as outras partes de mim. Os outros meus. Meus amigos, meus amores, eu mesmo neles todos. Sou fruto dos que me cercam e sou, também, o que me cerca. Sou mesmo é tudo. Só não conheço , ainda, tudo o que sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativo não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem pressa, sem aperreio. Sou a calma em meio à toda agonia que sou. Sou a calma nessa loucura que me cerca. E esta, a loucura, é só parte de mim. Como criticar ou achar impossível viver com a loucura se esta, a loucura, é parte essencial da minha calma. É através dela que entendo minha paz. Sou a loucura do mundo e me cerco de calma mesmo sendo insano em minha calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absurdo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não luto com o mundo. Não sou dado aos conflitos pessoais. Procuro me entender. Procuro entender o mundo que me cerca. Este mundo é meu, também. Este mundo é nosso. Tudo isso é parte essencial de mim. Sou tudo. Por isso este descaso com isso, com tudo, pois sei que, sendo parte de mim, tudo, não demora tanto, cedo ou tarde eu entendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, é sim. É que prefiro ser parte e entender no lugar de só criticar e não procurar soluções para um equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desencontrado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera, espera. Acho que esta na hora de pensar mais no mundo e não só em você ou no seu mundo. Afinal, você também é o mundo que te cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquece, esquece. Este não existe mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4258526305625906163?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4258526305625906163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4258526305625906163&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4258526305625906163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4258526305625906163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/06/descaso.html' title='Descaso?'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4067780895036799656</id><published>2008-06-05T07:12:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T07:14:08.993-07:00</updated><title type='text'>Sr.</title><content type='html'>Sr. Coragem&lt;br /&gt;É quem corre do certo atrás do duvidoso, larga tudo pelo completo nada, deixa passar porque foi bom o bastante pra se achar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Covarde&lt;br /&gt;É quem corre do certo atrás do duvidoso, larga tudo pelo completo nada, deixa passar porque foi bom o bastante pra se achar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Coragem&lt;br /&gt;É o que nega tudo pra sofrer depois, mas é forte pra fingir que superou e ainda dizer que está certo, e não volta atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Covarde&lt;br /&gt;É o que nega tudo pra sofrer depois, mas é forte pra fingir que superou e ainda dizer que está certo, e não volta atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Coragem&lt;br /&gt;É o que faz um mundo perfeito e sai dele e ainda deixa um rombo tão grande que faz tudo que ele construiu virar pó, e se diz consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Covarde&lt;br /&gt;É o que faz um mundo perfeito e sai dele e ainda deixa um rombo tão grande que faz tudo que ele construiu virar pó, e se diz consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira&lt;br /&gt;É falar que tudo pode estar bem melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade&lt;br /&gt;É falar que tudo pode estar bem melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4067780895036799656?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4067780895036799656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4067780895036799656&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4067780895036799656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4067780895036799656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/06/sr.html' title='Sr.'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7254788047629448864</id><published>2008-05-26T05:27:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T21:48:53.131-07:00</updated><title type='text'>Só Melancolia Moribunda Meu Amor</title><content type='html'>&lt;p&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não me ame. Não sou amável, não sou amado. Sem amor. Sem amabilidades. Não amo. Não gosto de amar. Não sei o que é o amor. Não sou amante. Não sou quem ama. Mas o amor me ama. E amar não é de mim. Não amo. Não sou amável e o amor me ama. Ama como se nem sei do amor? Ama-me assim mesmo e eu nem amo o amor. Não me ame. Sem amabilidades, sem mimos, sem mais. Só não ame. Amar mata. Amar quase me mata. Amor é morte e morte é o que não se vê no amor. Amei. Não amo mais. Sem mais amor. Sem mais a morte. Sou mais minha &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;melancolia&lt;/span&gt; moribunda e esmigalhada de memórias de amor. Amor? Na memória é o bastante. Não me ame. Não sou amável. Já quase morri pelo amor. Não amo mais. Não me ame.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7254788047629448864?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7254788047629448864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7254788047629448864&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7254788047629448864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7254788047629448864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/05/s-melancola-moribunda-meu-amor.html' title='Só Melancolia Moribunda Meu Amor'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-4362601804279653367</id><published>2008-05-19T22:41:00.000-07:00</published><updated>2008-05-19T23:19:56.207-07:00</updated><title type='text'>Anuncío um amor falido.</title><content type='html'>Data de validade anunciada desde antes da aquisição do produto. Aceitas as condições, negócio fechado. Faixada sempre aparente de beleza e a certeza &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;mantendo&lt;/span&gt; o "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;status&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;cue&lt;/span&gt;" do acordo. Nada para se reclamar, então aproveitemos o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;inúmeras&lt;/span&gt; vantagens podemos citar as seguintes: não há perigo (diz o contrato) de envolvimento, além do necessário, é claro, para se manter numa relação a dois; poesias, elogios, assim como felicidades e afagos não precisam ser contidos, pois, sabendo a data do término, nenhuma ilusão é alimentada, só o agora é aproveitado até que se acabe o prazo; Não há cobranças já que os dias são contados, assim, ambas as partes tornam-se, por assim dizer, felizes por não estarem sós nos momentos em que podem estar juntos; além das inúmeras &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;demonstrações&lt;/span&gt; recíprocas de paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os defeitos que podem ser apresentados no produto tratam de aspectos inteiramente ligados às quebras contratuais. O que pode ser esclarecido pelo fato de que todas as peças do produto são puramente humanas e repletas de sentimentos além de, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;naturalmente&lt;/span&gt; cobertas de falhas. Eis os defeitos mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;prováveis&lt;/span&gt;: envolvimento acidental de uma ou ambas as partes, trazendo assim &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;consequências&lt;/span&gt; devastadoras; sintomas semelhantes aos de um amor, mais perigoso ainda; dúvidas quanto à veracidade (veracidade do produto ou do sentimento); explosão de confusões e sentimentos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;inesperados&lt;/span&gt; e não previstos no contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração de um usuário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tem efeitos colaterais! Por algum tempo achei que seria tudo perfeito e quando notei, estava completamente envolvido, isso porque ela também achava estar, e eu achei que estava, e, por fim, perdi, ela perdeu, e eu não sei como foi parar aí. Era pra ter acabado antes, ou depois, mas bem, tinha um prazo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, durante algum tempo ainda chegarão comentários como: "Vocês formavam um belo casal", "Vocês eram lindos juntos", "Porque acabou?". Não se importe. Garantimos a qualidade do nosso produto. Uma boa frase de efeito para esse anúncio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Seus amigos só serão elogios!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-4362601804279653367?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/4362601804279653367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=4362601804279653367&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4362601804279653367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/4362601804279653367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/05/anunco-um-amor-falido.html' title='Anuncío um amor falido.'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-7466359180064639809</id><published>2008-05-08T18:09:00.001-07:00</published><updated>2008-05-08T18:12:11.519-07:00</updated><title type='text'>sem tempo</title><content type='html'>tô arrumando uns curtas.. depois eu posto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-7466359180064639809?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/7466359180064639809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=7466359180064639809&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7466359180064639809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/7466359180064639809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/05/sem-tempo_08.html' title='sem tempo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3513126439824275435</id><published>2008-05-08T18:09:00.000-07:00</published><updated>2008-05-08T18:12:04.555-07:00</updated><title type='text'>sem tempo</title><content type='html'>tô arrumando uns curtas.. depois eu posto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3513126439824275435?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3513126439824275435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3513126439824275435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3513126439824275435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3513126439824275435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/05/sem-tempo.html' title='sem tempo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-8726099593780779524</id><published>2008-04-26T08:41:00.000-07:00</published><updated>2008-04-26T08:43:04.876-07:00</updated><title type='text'>A carta</title><content type='html'>&lt;em&gt;Jamais pude expressar por completo o que senti. Minhas palavras não se fizeram na hora ideal e meus gestos não surtiram efeito ou algo próximo a isso. Sim, foi lindo e eterno enquanto durou e, enquanto acabava, meu penar também não teve fim. Fiz promessas, eu sei, e, com toda a verdade que admitia nelas, não foram o suficientes. Sinto ainda mais por não teres sentido amor quando este foi mais presente em tua vida. Dei o que pude e não pude enquanto não te importavas e, assim mesmo, não viste o que tinhas. Se o amor cega como dizem, creio que este não te permitiu enxergar nem a ele mesmo. Sempre soube o que senti e jamais neguei. Tentei te mostrar de todas as formas que pude. Mas nunca tive sucesso. E quando viste, já era tarde demais, e meu amor já havia se tornado um sofrer que já não caberia mais em mim.&lt;br /&gt;            &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Deixo um adeus ao amor, as saudades do nosso tempo que foi só nosso e uma tristeza de não poder te mostrar nem metade do que eu sentia, pois que quando tentei, já não vias mais nada além do teu nariz.&lt;br /&gt;           &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jamais serás esquecida enquanto eu viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Adeus querida amiga que tanto me fez bem enquanto éramos amigos, a quem dei meu ombro pra chorar quando precisou e por quem fiz tudo o que jamais faria por alguém. Nosso amor morreu em meu coração e nós não existimos mais.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-8726099593780779524?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/8726099593780779524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=8726099593780779524&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8726099593780779524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8726099593780779524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/carta.html' title='A carta'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6253246483356848374</id><published>2008-04-21T14:20:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T21:50:45.113-07:00</updated><title type='text'>Monólogo sem tempo</title><content type='html'>Agora é hora e já não é mais. Agora já foi e nunca mais será. O que passou, passou. O que é ainda é. O que será, será.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há tempo”; “Quanto mais corro menos tempo me sobra”; “As horas passaram que nem percebi”; “O tempo vive a me engolir”; “Como o dia passou Rápido”; “Como o mês passou rápido”; “Como o ano passou devagar”; “Ao seu lado não há tempo”; “Temos todo tempo do mundo”; “Dê tempo ao tempo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O tempo não pára!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não encontro meu tempo e vivo sem tempo. Os dias, as horas, minutos. Perco a noção do tempo e não deixo de senti-lo depois. Onde vive meu tempo? Qual é o meu tempo? Dentre perdas de tempo e tempo gasto para o que quer que seja. E o tempo vai levando minha vida e dando minha vida. E o tempo? Se importa? Não. Este só passa e nos leva, nos engole, assim como Cronos comia seus filhos. Devora-nos e nos dá vida. O tempo traz e leva. Dá e tira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que horas são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Pois não sei por que.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que horas são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora de jantar, de almoçar, de trabalhar, de se divertir. Porque? Não sei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que horas são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correr, correr. Não há mais tempo pra nada. Só nos dão tempo quando nos aposentamos. Quando já não somos tão capazes de aproveitar o tempo que nos é dado. Por fim, temos tempo e não disposição e nos sobra tempo depois que nos viciamos em trabalho e em cotidianos. E nesse tempo todo que nos sobra tempo? O que fazer? Não tive tempo quando podia e agora não posso e me sobra tempo. Será que perdi muito tempo em vida? Será que controlei bem o tempo da minha vida? Ou o tempo me levou a vida e agora só me resta o tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que horas são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpe, estou atrasado. Tenho que ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Vídeo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oDmwCQS62bg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=oDmwCQS62bg&lt;/a&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6253246483356848374?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6253246483356848374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6253246483356848374&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6253246483356848374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6253246483356848374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/tempo-de-ter-tempo.html' title='Monólogo sem tempo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3554496661308521995</id><published>2008-04-16T00:11:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T00:12:10.629-07:00</updated><title type='text'>Reagir</title><content type='html'>Reagir. Exercer reação; opor a uma ação outra que lhe é contrária; opor-se; lutar; resistir. Andar quando se está, a muito, parado(a); respirar quando sufocado(a); voltar a gostar depois de muito magoado(a). É preciso voltar e agir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação se dá quando o desânimo vence a vontade e o esforço pela persistência frustrada. Erros nos levam a desistir. Mas, cedo ou tarde, encontra-se a necessidade de reagir. Ou mesmo a súbita sensação de se estar, novamente, repentinamente ou até instintivamente capaz de voltar e conseguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguir. Estrategicamente parar. E voltar a andar. Parar, pensar, achar a hora certa e o momento. Seguir novamente. Reagir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3554496661308521995?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3554496661308521995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3554496661308521995&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3554496661308521995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3554496661308521995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/reagir.html' title='Reagir'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6816349066321513463</id><published>2008-04-16T00:05:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T00:11:37.035-07:00</updated><title type='text'>Eu Fragmento</title><content type='html'>Eu, agora, só parte de mim, pois, visto eu como parte do todo, sou apenas fragmento e não só eu completo. Assim mesmo, como fragmento, sou o todo de mim, razão conhecida por mim mesmo e conhecedora, assim, de parte do todo. Humilde e pequena parte do todo. Mas, grande em mim, mesmo que ignorante de mim mesmo. Sou completa parte do todo e, pra mim, parte mais importante do todo. Pois meu todo existe por ser eu parte dele. E o todo sem mim, pra mim, não existe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6816349066321513463?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6816349066321513463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6816349066321513463&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6816349066321513463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6816349066321513463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/eu-fragmento.html' title='Eu Fragmento'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6830206788547984374</id><published>2008-04-15T23:22:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T23:41:39.677-07:00</updated><title type='text'>O Nobre e o Pobre</title><content type='html'>Nobre eu, sentando em restaurantes, comprando caro.&lt;br /&gt;Olha lá, além dos vidros tem outro mundo.&lt;br /&gt;Eles pedem, comem lixo, sujam-se e estragam-se.&lt;br /&gt;Não sabem de mim e sei deles.&lt;br /&gt;Olha lá, eles podem sorrir, estão bem. Felizes.&lt;br /&gt;Olha eu aqui. Nobre e morto de medo.&lt;br /&gt;Bem se sabe, eles não têm o que perder além da vida.&lt;br /&gt;E eu? Nobre. tenho tanto a perder.&lt;br /&gt;Vivem bem a vida pois é o que eles têm.&lt;br /&gt;Eu tenho dinheiro e responsabilidades.&lt;br /&gt;Eles têm a vida.&lt;br /&gt;Um me olha nos olhos e vejo nele vida.&lt;br /&gt;Em mim, ele só vê dinheiro e a oportunidade que sou de ter uma refeição melhor no dia.&lt;br /&gt;Vejo nele uma vida sofrida e, ainda assim, sorriso em seus olhos.&lt;br /&gt;Em mim, só vejo meus bens e minha vida mesquinha.&lt;br /&gt;E ele vê o seu almoço um pouco melhor.&lt;br /&gt;Dou-lhe duas cédulas.&lt;br /&gt;Ele me dá um sorriso grato e contente pois seu almoço será dobrado hoje.&lt;br /&gt;Eu vou comer o de sempre, sempre caro e sempre o de sempre.&lt;br /&gt;Ele contará uma história feliz.&lt;br /&gt;Eu, mais uma história.&lt;br /&gt;Ele vai se juntar aos seus.&lt;br /&gt;Eu, volto pra casa e trabalho.&lt;br /&gt;Assim ele vai vivendo.&lt;br /&gt;E eu? Eu vou morrendo e deixo a herança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6830206788547984374?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6830206788547984374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6830206788547984374&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6830206788547984374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6830206788547984374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/o-nobre-e-o-pobre.html' title='O Nobre e o Pobre'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5636846553272905590</id><published>2008-04-15T22:44:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T00:15:54.822-07:00</updated><title type='text'>Em Construção</title><content type='html'>Dadas as circunstancias, devo definir que não é aconselhável ou possível envolvimentos ou semelhantes formas de relação. Deixo claro que meus motivos são íntimos e não devem, por hora, serem revelados. O que acontece é que, em minha atual conjuntura, devo recolher-me em minhas particularidades, onde tenho conhecido lições partidas de mim (acrescento, por experiência, mesmo que nova, que estas são de grande relevância), fazendo assim com que não me seja válida qualquer relação que possa prejudicar este momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda devo desculpar-me, pois, por fatidicamente ser uma fase nova, portanto desconhecida, posso cometer erros que servirão, com toda certeza, de lição numa nova necessidade de voltar a mim. Isolo-me por acreditar que qualquer contato além do superficial possa vir com sério risco de mágoa ou com a possibilidade de uma má interpretação onde eu estaria usando alguém apenas para suprir necessidades e, sem intenção, alimentando certas idéias errôneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado este momento, serei novidade. E o novo, como de costume, é desconhecido, por assim dizer, imprevisível. Meus passos após serão futuro e só no presente poderei dizer quem sou. No momento sou apenas olhos e boca, desliguei um pouco meus ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, sou mudança em mim, sou reflexão, sou o todo em mim. Até a hora de voltar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5636846553272905590?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5636846553272905590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5636846553272905590&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5636846553272905590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5636846553272905590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/em-construo.html' title='Em Construção'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-134493569089615532</id><published>2008-04-02T18:09:00.000-07:00</published><updated>2008-04-02T18:11:02.738-07:00</updated><title type='text'>Bom Fim</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;E se o amor não vingasse? E se sumisse o amor? E fosse aonde fosse, ele se escondesse? Onde haveria de ir o amor? Será que entre outros ou sumiria de vez? Partido, o amor se soltaria no mundo em pedaços e sumiria daqui. O amor evaporaria e se iria aos ventos, como um vírus, assim seria o amor. Não seria mais nosso. O amor seria daquele que o respirasse. E nosso adeus ao amor seria o fim de nós. O início de outros. Então, só assim, não seria ruim o fim do nosso amor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-134493569089615532?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/134493569089615532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=134493569089615532&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/134493569089615532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/134493569089615532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/04/bom-fim.html' title='Bom Fim'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-2382270935623199928</id><published>2008-03-30T10:54:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T10:55:15.605-07:00</updated><title type='text'>Não sou poeta</title><content type='html'>Não sou poeta. Não escrevo com métrica, rimas, não escrevo com beleza. Mas gosto de escrever. Gosto de falar do que sinto e fingir que pode haver razão na emoção. Contraditório? Talvez. Ainda assim gosto de pensar que existe. Ainda assim não sou poeta, não escrevo beleza. Escrevo o que sinto, não o que olho. Não descrevo, escrevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro mostrar os cenários como me vêm. Descrever algo que qualquer um pode ver. Vou além. Mostro o que significa pra mim. Vejo a sombra e não a árvore, o frescor e não a água, a leveza e não o vôo do pássaro. Não sou poeta. Não escrevo versos. Os parágrafos são, por hábito, mais extensos, mais livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por hora, gosto de dizer-me poeta. Assim posso desfrutar da liberdade de alguns erros. Como fazem os poetas. Ainda rimo algumas frases, mas, nada que possa ser chamado de poema, poesia, verso, prosa. Tudo isso me prenderia, limitaria meus pensamentos, mudaria o sentido do que quero dizer. Já disse, não sou poeta. Sou livre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-2382270935623199928?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/2382270935623199928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=2382270935623199928&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2382270935623199928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/2382270935623199928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/03/no-sou-poeta.html' title='Não sou poeta'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6250213093674133807</id><published>2008-03-27T09:26:00.001-07:00</published><updated>2008-03-27T09:26:55.379-07:00</updated><title type='text'>Aprendizado</title><content type='html'>Ele nunca me chamou de flor. Entretanto, me escrevia poemas onde assim me chamava. Jamais me dava ouvidos, mas ouvia tudo que eu dizia. Pouco me falava e tanto me fazia que nem poderia notar que suas poucas palavras eram suficientes para expressar tudo que eu queria ouvir. Não me fazia nada e, assim mesmo, estranhamente, me via satisfeita com tudo que ele fazia. Divertido é que eu sempre reclamava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Todo dia ele calava enquanto eu reclamava de sua falta de postura, de seu comportamento infantil, das suas brincadeiras, de suas poucas juras de amor. Não suportava suas pequenas histórias com lições nas entrelinhas. Julguei tudo o que podia. Suas roupas, seu comportamento, suas histórias, seus sentimentos. E, ainda assim, ele não mudava. E perdi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Seu silencio vinha do meu já sabido temperamento, quando contrariada em momentos de sangue quente, jamais escutava. Sua postura era a mais certa comigo, não reagia. Seu comportamento era infantil porque ele se sentia como uma criança comigo, não importava mais o mundo. E existe prova de amor maior que esta? Esquecer o mundo quando estava ao meu lado. Tudo era eu e ele naqueles momentos bobos e, hoje, lindos. Suas pequenas histórias eram as lições que eu deveria aprender. Ele as contava de forma terna e compreensível para que minha cabeça dura não o impedisse de tentar me ajudar quando eu tentasse interromper um sermão. A ele não importava nada se estivéssemos juntos. Seus sentimentos eram a prova viva de que alguém ama. Não os vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Perdi. Fiz tudo o quanto pude pra corrigir mas ceguei por tempo demais. O feri. O magoei. E tardei em enxergar todo o seu esforço. Daqui uma lição. Aprendi que cada um demonstra seus sentimentos de uma forma diferente. Não se deve tentar arrancar nada de ninguém. Correto é entender como os outros demonstram o que sentem. Por não saber disso. Perdi. Adeus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6250213093674133807?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6250213093674133807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6250213093674133807&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6250213093674133807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6250213093674133807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/03/aprendizado.html' title='Aprendizado'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-8680396397835811235</id><published>2008-03-22T19:42:00.001-07:00</published><updated>2008-03-23T19:56:11.933-07:00</updated><title type='text'>João do tempo</title><content type='html'>Foi-se pondo entre os fatos da vida o que era certo de ser. Por algum motivo, em alguma hora já não era tão certo de ser o que era de fato. Mas o menino não desistia. Encontrava no tempo um ente querido (afinidade esta criada pela semelhança encontrada nas descrições dos personagens). Um ente querido e não visto. Ao mesmo tempo em que ali vivia, poucas vezes era notado. Em momentos era aclamado quando outrora era enxotado quando não desprezado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas foi-se sendo como era, é e sempre será o tempo. Passado para uns, presente para outros, futuro fosse para quem fosse. Já não mais queria ser certo, posto que nem o próprio tempo, a quem tanto se assemelhava, era. Tornou-se então relativo e, assim, feliz. Já não lhe vinham as mazelas e sofrimentos de ter de ser sempre. E com o tempo ele mudava. Assim como o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ser presente é ser presente no presente, ter sido futuro no passado e vir a ser passado no futuro” já dizia McTaggart. Não haveria de ser ele futuro de ninguém ou passado dos que fosse. Este seria apenas e somente presente dos presentes no presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, em sua vida, já nada era destino a ser mudado ou mantido. Como o tempo, preferiu ser criação do homem e seguir só o que lhe satisfazia, aceitar que os momentos se passassem hora lentamente, hora rapidamente. Já não averia o que fazer. E como o tempo, onde quer que fosse, seria eterno enquanto durasse entres aqueles que o os viam e nele acreditavam. Onde mais poderia chegar senão no seu lugar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-8680396397835811235?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/8680396397835811235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=8680396397835811235&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8680396397835811235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/8680396397835811235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/03/joo-do-tempo.html' title='João do tempo'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-6086519547293893398</id><published>2008-03-18T23:47:00.000-07:00</published><updated>2008-03-18T23:49:36.121-07:00</updated><title type='text'>Água e Sol</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ao amanhecer fui novidade. Nos primeiros minutos em que o sol se dispunha a aparecer tornei-me um riacho calmo e acreditei ser perene. Fui leve e sem pressa como a eternidade, feito de paz e limpo como água virgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco raiava o sol e pus-me a virar rio. E descobri que, como este, fui intermitente, que, mesmo que não quisesse, seria passageiro. A arrastar as sujeiras no meu caminho, hora limpando e hora sendo poluído por estas, quando não a encaminhar tudo à minha foz. Fosse ela qual fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que o sol se impôs nesse dia claro. De tão clara a paisagem achei um leito perfeito por onde passei por muito tempo e encontrei um indo e vindo de afluentes onde minhas águas vinham e voltavam pelas pequenas passagens, curtos braços e achei um ciclo perfeito onde nascente e foz se encontravam num equilíbrio sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando o dia aqueceu quis mais. Fui mar. Saí de um ciclo calmo e perfeito para o imprevisível, hora calmo outrora revolto. Corri por aí aos mares e oceanos entre períodos de calmaria e tormenta. Rodei o mundo e achei mais um lugar onde haveria uma provável pureza. Mas não souberam cuidar, e fui espalhado por tantos lugares que ao mesmo tempo em que fui oceano, mar, rio, riacho, lago, poça, fui também parte da lama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a noite chegou. E mais uma vez voltei a ser só um. Dentro de um poço fundo na escuridão até que consigam achar meu lençol e assim todo o resto de mim. Não me limito aos icebergs, sou um tanto d`água que se vê e um infinito que se é sabido mas dificilmente alcançado. Tornei-me, enfim, lençol freático. Próximo à superfície, contudo invisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que nasça o dia outra vez. Até que volte o sol e uma nova nascente me aceite como novo rio num outro ciclo desses que duram pra sempre.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-6086519547293893398?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/6086519547293893398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=6086519547293893398&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6086519547293893398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/6086519547293893398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/03/gua-e-sol.html' title='Água e Sol'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-3543746359791995232</id><published>2008-03-06T06:37:00.000-08:00</published><updated>2008-03-06T06:40:05.424-08:00</updated><title type='text'>Máscaras</title><content type='html'>&lt;em&gt;A máscara era mágica. Tal como era mágico o que se sentia ao olhar a máscara. Ela ainda é. E como sendo, ainda é mágico o que se sente ao vê-la. As máscaras são. Logo, são máscaras belas a serem vistas. Portanto, algumas são. Sim. Algumas são especiais. Mais ainda, todas são mágicas. Todas têm um efeito mágico que é sentido assim que a máscara é mostrada. Estas só têm um defeito. Só podem aparecer separadas. Mesmo que já tenham tentado fabricar máscaras de “duas caras”. Assim mesmo, estas, como todas as outras, são apenas uma máscara. Mesmo que representem uma ou mais faces, não importa, são apenas uma máscara.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A cada instante vê-se estas, que nos cercam, e cada uma aparece na hora certa. Isso mesmo! Estão, de fato, programadas para aparecer nas horas precisas e exatas delas. Cada uma na sua hora. Algumas são diárias e outras não. As diárias não são tão especiais. Perderam certa magia com o passar do tempo – o desgaste não perdoa ninguém mesmo – e não são tão percebidas. Mas aquelas não tão freqüentes, sim, além da magia que já cabe às máscaras comuns, têm ainda o efeito mais intenso e mais claramente sentido. Alguns ainda duvidam que sejam máscaras aquelas. Há os que dizem ser um rosto de fato. Mas é inegável o efeito causado por aquelas. Sendo ou não máscaras.&lt;br /&gt;            &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Más? Não. As máscaras, a maioria delas, não são más. São úteis, necessárias, convenientes, adequadas, até indispensáveis. Apesar de algumas serem más. Porém não se julga uma família pelo comportamento da “ovelha negra”. Trocando em miúdos, as máscaras são as chaves que abrem as possibilidades de convívio entre os seres humanos. Como são mágicas estas máscaras. Como é mágico o que se sente ao olhar cada uma delas.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-3543746359791995232?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/3543746359791995232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=3543746359791995232&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3543746359791995232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/3543746359791995232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/03/mscaras.html' title='Máscaras'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5880621181787232312</id><published>2008-03-05T04:41:00.000-08:00</published><updated>2008-03-05T04:45:06.503-08:00</updated><title type='text'>Novidades</title><content type='html'>&lt;em&gt;É certo que viver agora é o que se há de fazer ou então sonhamos ou lembramos o tempo todo. E, se existem dois momentos para se deixar de viver temporariamente, seriam estes. Não é interessante esquecer experiências passadas se são elas as que dão base para que mesmos erros não sejam cometidos. Mas há de se convir que o presente é um experiência nova e, vendo por esse lado, não seria correto achar que no passado já se viveu tudo e o presente não passa de uma repetição.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os conceitos mudam, os momentos, por mais semelhantes que sejam, são diferentes, e cada idéia se reforma com o tempo. Até mesmo as mais fixas no ser humano. Ou então as Américas jamais seriam descobertas posto que a Terra ainda seria plana e o horizonte um precipício. Sejamos desbravadores do presente então. Usando os conhecimentos e tecnologias atuais para conhecer novos territórios e experiências em nossas vidas. Nada pára.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5880621181787232312?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5880621181787232312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5880621181787232312&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5880621181787232312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5880621181787232312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/03/certo-que-viver-agora-o-que-se-h-de.html' title='Novidades'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-700580484722042930</id><published>2008-02-29T02:47:00.000-08:00</published><updated>2008-02-29T02:48:25.093-08:00</updated><title type='text'>Só</title><content type='html'>Tudo bem. Vou levar isso a sério.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-700580484722042930?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/700580484722042930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=700580484722042930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/700580484722042930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/700580484722042930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2008/02/s.html' title='Só'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8199407058512636698.post-5012907915069888406</id><published>2007-08-15T23:09:00.000-07:00</published><updated>2008-02-29T02:49:26.384-08:00</updated><title type='text'>Intro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;Anos após eu deixar meu blog de lado, eu resolvi voltar a escrever publicamente. Impulsionado pelo meu novo curso (Jornalismo) vi a necessidade de voltar a escrever com freqüência e praticar o aprendizado que tenho tido na faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vai um resumo do que pretendo e de quem sou (afinal, não sei quem pode vir a passar por aqui).&lt;br /&gt;Pretendo mostrar alguns textos dentre as várias modalidades que eu vier a escrever e procurar passar informações da melhor forma possível.&lt;br /&gt;Sou Augusto Simões, conhecido como “Tampinha” devido ao fato de ser, assim, verticalmente prejudicado. Trabalho como DJ e também mexo com vídeo, malabarismo, música em geral, informática e o que mais eu vier a aprender nessa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um prazer ter quem quer que seja como leitor. Aceito críticas desde que sejam construtivas. Ofensas pessoais não serão levadas em considerarão tampouco apagadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os posts deverão ser semanais, assim posso ter acesso a mais informações e tempo pra avaliar o que devo ou não colocar aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: devo acrescentar que não vou falar da minha vida. Posso comentar algumas coisas mas a idéia básica é conteúdo produtivo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8199407058512636698-5012907915069888406?l=insanosandantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insanosandantes.blogspot.com/feeds/5012907915069888406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8199407058512636698&amp;postID=5012907915069888406&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5012907915069888406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8199407058512636698/posts/default/5012907915069888406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insanosandantes.blogspot.com/2007/08/intro.html' title='Intro'/><author><name>Augusto S.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00391550215975678048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_q9MdDPsKpqY/R-bHxKYOJaI/AAAAAAAAAAg/RjXRTbcoBdc/S220/reduzidajpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
